MATO GROSSO

Primeira-dama de MT e Setasc promovem entrega de alimentos e de cobertores para população em Arenápolis e Nortelândia

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e o secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Klebson Haagsma, participaram, nesta quinta-feira (24.7), do Mutirão da Cidadania nos municípios de Arenápolis e Nortelândia.

Durante a ação, foram entregues cestas de alimentos, kits de higiene pessoal, brinquedos, cobertores e filtros de barro para famílias em situação de vulnerabilidade. A iniciativa faz parte do programa SER Família Solidário, idealizado por Virginia Mendes, e executado pela Setasc.

Ao destacar a importância da ação, a primeira-dama Virginia Mendes ressaltou o progresso dos municípios e o compromisso deles com a população. “É gratificante ver de perto o crescimento e o desenvolvimento de Arenápolis e Nortelândia. São cidades que têm demonstrado um cuidado real com suas comunidades e, por isso, merecem todo o nosso apoio. O Mutirão da Cidadania é mais do que uma ação social: é uma forma concreta de acolher e promover a dignidade, para que cada família tenha a oportunidade de caminhar com mais igualdade,” afirmou.

Foto: Jana Pessôa

Virginia Mendes também reforçou o compromisso social do programa SER Família e o impacto direto na vida das famílias atendidas.

“O trabalho social é o que resgata aquelas famílias que mais precisam de cuidados. E ver o quanto a população dessas cidades é acolhida e bem assistida, mostra o quanto o município se importa. Graças aos investimentos do governador Mauro Mendes e às parcerias com os municípios, a realidade já está mudando para melhor. A prefeitura tem feito um bom trabalho e, junto com o Governo do Estado, temos conseguido mudar a vida de muita gente,” completou.

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Durante o mutirão, centenas de itens foram entregues às famílias dos dois municípios. Em Nortelândia, foram distribuídos 100 cobertores, 200 brinquedos, 200 kits de doces, 100 filtros de barro e 300 cestas básicas. Já em Arenápolis, a população recebeu 200 cobertores, 200 brinquedos, 200 kits de doces, 100 filtros de barro e outras 300 cestas básicas.

Foto: Jana Pessôa

O secretário Klebson Haagsma destacou o impacto das ações coordenadas pela primeira-dama. “Ela é incansável na luta pelo social. Seu olhar sensível e humano tem sido determinante para que tantas famílias sejam alcançadas em todo o estado. O SER Família é um exemplo de política pública efetiva e transformadora,” afirmou.

O prefeito de Arenápolis, Éder Marquis, elogiou a iniciativa e agradeceu a parceria. “Agradeço imensamente à primeira-dama Virginia Mendes por idealizar esse mutirão, que vai muito além das doações. São atendimentos, acolhimento e dignidade para o nosso povo. Essa parceria com o Governo do Estado faz toda a diferença,” disse.

Morador de Arenápolis, Maximiliano Paes foi um dos beneficiados com a entrega e agradeceu pela ajuda recebida. “Vivo sozinho e a cesta de alimentos vai me ajudar bastante na rotina. Só tenho a agradecer. Tudo isso veio em boa hora,” comentou.

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O prefeito de Nortelândia, Mariano Miranda, também ressaltou os benefícios para a comunidade. “Esse tipo de ação facilita a vida das pessoas que mais precisam. Agradecemos a sensibilidade da primeira-dama e do Governo do Estado em estarem presentes aqui com a gente,” disse.

Sebastiana Pereira da Silva, moradora de um assentamento próximo a Nortelândia, destacou o quanto a presença dos serviços no mutirão fez a diferença. “Essa ajuda é muito bem-vinda. Os atendimentos aqui perto ficaram muito mais fáceis. A gente se sente valorizada,” afirmou.

A ação contou com a participação do deputado estadual Paulo Araújo, do secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, da primeira-dama de Arenápolis, Jaqueline Santos, da primeira-dama de Nortelândia, Eudileia Miranda, além de vereadores e lideranças políticas da região.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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