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Projeto Cidadão do Futuro disponibiliza conteúdo de apoio para produção de vídeos

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Os estudantes e professores das escolas participantes do projeto Estudante – Cidadão do Futuro já podem acessar o conteúdo de apoio sobre o tema “Cidadania e Ética Digital”, disponível no site oficial da iniciativa: estudantecidadaodofuturo.mt.gov.br.

O material foi preparado para servir de inspiração na produção dos vídeos que integrarão a etapa do concurso. A coletânea reúne vídeos e artigos produzidos pela Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) e por outros órgãos de controle, como a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU).

Os conteúdos abordam temas como comportamento ético nas redes sociais, segurança da informação, responsabilidade digital, funcionamento dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e transparência pública.


Cada equipe poderá inscrever um vídeo de até três minutos sobre o tema “Cidadania e Ética Digital”. As inscrições devem ser realizadas entre 10 e 14 de novembro, por meio de formulário específico disponibilizado ao professor orientador de cada escola.

Os vídeos passarão por uma curadoria técnica e, em seguida, serão submetidos à votação popular e técnica, ambas com peso de 50%. A votação pública ocorrerá nos perfis oficiais da CGE e da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O voto será contabilizado por meio de curtidas de usuários reais.

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A pontuação final será a média entre o engajamento nas redes e a nota dos avaliadores. Os autores dos três melhores vídeos serão premiados em cerimônia oficial, com certificados, fones de ouvido bluetooth e valores em dinheiro (R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil), destinados aos grêmios estudantis das escolas vencedoras.


Nesta primeira edição, participam 10 escolas públicas estaduais, cada uma representada por 15 estudantes do ensino médio e um professor orientador. Entre as atividades já realizadas estão apresentações teatrais sobre a formação do Estado e cidadania, seleção dos times, visitas guiadas ao Centro Político Administrativo, à CGE e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), além de palestras sobre cidadania digital e fiscal e oficina de produção de vídeos.

O projeto é uma realização conjunta da CGE e da Seduc, com apoio da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom-MT), Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT), Receita Federal e TRE-MT.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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