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Sanemat se recupera e alcança saldo positivo após mais de 30 anos de dívidas

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A Companhia de Saneamento do Estado de Mato Grosso, Sanemat, fechou 2024 com saldo positivo, de mais de R$ 7,7 milhões, pela primeira vez, em um período de mais de 30 anos.

Além disso, em decorrência de todo trabalho realizado pelo governo para regularizar a situação, a companhia hoje possui cerca de R$ 1,3 bilhão em crédito, por meio de decisões judiciais transitadas em julgado, e outro R$ 1 bilhão com sentença na primeira instância. Ou seja, com a boa gestão, a Sanemat passou a ser um ativo para o estado.

Vale lembrar que a companhia estava no rol de empresas com autorização para serem extintas, pela Lei estadual n. 7.358. Com a boa gestão realizada, seguindo as determinações do governador Mauro Mendes, a Sanemat solucionou todos os problemas acumulados desde antes da interrupção das atividades operacionais da empresa, em 1997.

“Em 2019, pegamos uma empresa que dava prejuízos, que era considerada um peso morto, com muitas dívidas, e, seguindo determinação do governador Mauro Mendes, que fez o mesmo com o Governo do Estado, limpamos todos os débitos, saneamos todos os entraves e passamos a ser um ativo importante para o Estado de Mato Grosso”, afirmou o diretor-presidente da Companhia, Luiz Fernando Caldart.

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Entenda o processo

A companhia não pode ser fechada, na época em que foi decida pela sua extinção, porque ela tinha diversas dívidas. Caso a companhia extinta, as dívidas teriam que ser assumidas pelo próprio Estado, que detém a maioria das ações da empresa.

Em 2019, as dívidas tributárias somavam R$ 190,8 milhões, que foram quitadas em sua totalidade em 2024. A Sanemat ainda possuía R$ 8,1 milhões em dívidas com fornecedores e serviços. Desse valor, R$ 5,6 milhões foram quitados e o restante está judicializado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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