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Secel promove etapas regionais simultâneas dos Jogos Escolares e Estudantis em Arenápolis e Rondonópolis

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) promove, nesta próxima semana, duas etapas regionais simultâneas dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses. As competições serão em Arenápolis, que sedia as disputas da região Médio Norte, a partir de sexta-feira (24.4); e também em Rondonópolis, com confrontos da região Sul, a partir de sábado (25).

Durante uma semana, equipes escolares e seleções municipais competem nas modalidades coletivas de basquetebol, futsal, handebol e voleibol. Estudantes de 12 a 14 anos participam dos Jogos Escolares e os da faixa etária de 15 a 17 anos disputam os Jogos Estudantis de Seleções. Além dos títulos de campeões regionais por modalidade e gênero, os times buscam a vaga para as respectivas etapas estaduais.

Em Arenápolis, as competições reúnem 24 equipes nos Jogos Escolares e mais 29 seleções municipais nos Jogos Estudantis. Serão cerca de 760 estudantes da região Médio Norte que representam os municípios de Acorizal, Alto Paraguai, Arenápolis, Barra do Bugres, Denise, Diamantino, Jangada, Nobres, Nortelândia, Nova Marilândia, Nova Olímpia, Porto Estrela, Rosário Oeste, Santo Afonso, São José do Rio Claro e Tangará da Serra.

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Em Rondonópolis, 39 equipes escolares participam dos Jogos Escolares e, outras 46 seleções municipais, dos Jogos Estudantis. Ao todo, quase 1 mil estudantes competem na fase regional Sul, representando os municípios de Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Pedra Preta, Rondonópolis, Santo Antônio de Leverger e São Pedro da Cipa.

Para realização dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses, as equipes da Secel contam com a parceria de cada um dos municípios sedes e o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). Neste ano, as competições ocorrem de abril a julho, com 11 etapas regionais e quatro estaduais em Mato Grosso.

Abertura oficial e locais das competições

A abertura oficial da etapa regional Médio Norte será na sexta-feira (24), às 19h30, no estádio municipal Moça Bonita, em Arenápolis. As competições prosseguem até a próxima quinta-feira (30), em diferentes espaços esportivos, de acordo com a modalidade. Confira:

Futsal: Escola Estadual Felinto Muller e ginásio Polesportivo Japão
Basquetebol: Escola Cimplaf
Handebol: Escola Estadual Felinto Muller e ginásio Polesportivo Japão
Voleibol: Escola Estadual Alfredo Granja

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Já a cerimônia de abertura da etapa regional Sul ocorre no sábado (25), às 19h30, no estádio municipal Lutero Lopes, em Rondonópolis.

Conheça os locais das disputas por modalidade, que também prosseguem até a próxima quinta-feira (30):

Futsal: ginásio Marechal Rondon e ginásio da Praça Bom Jesus
Basquetebol: Escola Estadual Silvestre Gomes Jardim
Handebol: Ginásio Municipal Rio Branco
Voleibol: Escolas Estaduais Major Otávio Pitaluga (Emop) e Pindorama

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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