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Sede da Desenvolve MT está em novo endereço; confira locais de atendimento

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A sede da Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso mudou de endereço. Ela está agora na Rua Engenheiro Edgar Prado Arze, número 215, Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

O novo local fica no mesmo edifício da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), antigo prédio da Secretaria de Educação Estadual (Seduc).

O atendimento ao público será realizado no térreo do novo prédio. Vale ressaltar que a Desenvolve MT também possui pontos de atendimento descentralizados no Ganha Tempo Ipiranga, Ganha Tempo Cristo Rei e Ganha Tempo CPA I.

O horário de funcionamento continua de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h, garantindo atendimento aos empreendedores. Em caso de dúvidas é possível entrar em contato pelo telefone ou pelo whatsapp (65) 3613-7900 ou pelo site desenvolve.mt.gov.br

Locais de atendimento

Sede – Desenvolve MT (Centro Político Administrativo, Cuiabá)
Endereço: Rua. Engenheiro Edgar Prado Arze, nº 215 – Centro Político Administrativo, Cuiabá MT, CEP: 78049-909
Telefone: (65) 3613-7900

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Ganha Tempo Ipiranga (Centro, Cuiabá)
Endereço: Travessa Paes de Oliveira, s/n – Centro, Cuiabá – MT, CEP: 78055-260.
Telefone: (65) 98421-4285 / (65) 98421-0356

Ganha Tempo Cristo Rei (Várzea Grande)
Endereço: Rua Prof.ª Isabel Pinto, 212 – Cristo Rei – Várzea Grande – MT, CEP: 78070-200
Telefone: (65) 98421-0716

Ganha Tempo CPA I (Cuiabá)
Endereço: Rua Alenquer – CPA I, Cuiabá – MT, CEP: 78055-010
Telefone: (65) 98421-2133

* Com supervisão de Livia Rabani

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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