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Seduc atualiza plataforma Mais Inglês com personalização e diversidade linguística para estudantes

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A Plataforma Mais Inglês, que se tornou uma ferramenta essencial nas aulas de Língua Inglesa do Ensino Médio e também integrada às aulas do Ensino Fundamental na rede estadual de ensino, passou por atualizações significativas.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) orienta que, no primeiro acesso, os estudantes deverão passar por um teste de nivelamento, que determinará o nível mais adequado de aprendizado, o que favorece uma experiência personalizada.

De acordo com a Seduc, embora o curso de Inglês seja o foco principal, a plataforma permite que, após a conclusão, estudantes e professores possam optar por estudar outro idioma, ampliando assim as oportunidades de aprendizado e enriquecendo a formação dos alunos.

Além do curso de Língua Inglesa, a plataforma oferece cursos em outros cinco idiomas: Espanhol, Francês, Alemão, Sueco, além de Português, para que estudantes estrangeiros estudem o português como segunda língua, abrangendo um total de 16 níveis de aprendizado, que vão do básico (A1) ao avançado (C1), conforme o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas.

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Para o secretário de Educação, Alan Porto, as atualizações na plataforma representam um avanço que garante que cada aluno tenha uma experiência de aprendizado adaptada às suas necessidades individuais.

“Isso não apenas aumenta a eficácia do ensino, mas também promove a confiança dos alunos, que se sentirão mais motivados ao aprender no seu próprio ritmo”, falou o secretário.

Segundo ele, essa personalização é fundamental para que cada estudante possa explorar seu potencial máximo, resultando em uma aprendizagem mais significativa e engajada.

“Além disso, ao permitir que os alunos aprendam outros idiomas, a plataforma não apenas diversifica as habilidades linguísticas dos alunos, mas também os prepara para um mundo globalizado, onde a comunicação intercultural é essencial”, completou.

A líder da Política de Línguas Estrangeiras da Seduc, Juliana Taborelli, esclarece que em seu novo formato, a plataforma também apresentará as metas de lições e certificados, tanto para professores quanto para estudantes, com foco na qualidade do aprendizado e na aquisição linguística.

“No caso dos docentes, a ferramenta integra a Formação Continuada obrigatória de 184 horas. Neste ano, somente as aulas ao vivo com participação ativa dos professores serão válidas para a carga horária de formação. A medida visa fortalecer o envolvimento e a proficiência docente”, explicou.

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O desempenho e o engajamento na plataforma continuarão sendo critérios de avaliação para a seleção no Programa de Intercâmbio no Mundo 2026.

“As atualizações na plataforma visam não apenas uma melhora significativa no aprendizado de idiomas, mas também a promoção de um ambiente educacional mais inclusivo e estimulante”, concluiu Juliana.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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