MATO GROSSO

Sema abre agendamentos para mutirão de regularização ambiental em Lucas do Rio Verde

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) está agendando atendimentos no Mutirão do CAR Digital 2.0, que acontecerá em Lucas do Rio Verde, nos dias 9 a 11 de junho. Produtores rurais e profissionais técnicos do município e região podem se inscrever aqui.

O agendamento prévio, conforme a secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto, busca garantir uma melhor organização para que o atendimento seja mais célere e eficiente. No momento da inscrição, os participantes podem indicar o dia e turno que gostariam de ser atendidos.

“O agendamento prévio evita que as pessoas fiquem aguardando por muito tempo para serem atendidas. Mas, independentemente do agendamento todos serão contemplados com a inciativa”, afirmou a secretária adjunta de Gestão Ambiental.

Em Lucas do Rio Verde, o foco do mutirão é a finalização da regularização das propriedades que aderiram ao Programa Lucas do Rio Verde Legal, mas as propriedades localizadas em municípios da região também serão atendidas. A proposta é priorizar as áreas que estão com o CAR validado com passivo ambiental.

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A iniciativa tem o apoio do Programa Regulariza Rural e são organizados pela Superintendência de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão (Sueac) da Sema.

A ação é resultado do Termo de Cooperação firmado no final de março com o município de Lucas do Rio Verde para implementação da segunda fase do programa, visando apoiar a regularização ambiental das propriedades rurais do município.

Os mutirões do CAR Digtal 2.0 buscam impulsionar a regularização ambiental, facilitando o acesso dos produtores rurais ao Cadastro Ambiental Rural. Durante os atendimentos, o produtor rural tem a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre as funcionalidades do CAR Digital 2.0 diretamente com a equipe técnica da Sema.

“Nos atendimentos, mostramos as bases de referência da propriedade, eventuais pendências existentes e orientamos o produtor sobre as providências que devem ser adotadas para a efetivação da regularização”, ressaltou a secretária-adjunta.

Solenidade

A abertura oficial do Mutirão do CAR Digital 2.0 em Lucas do Rio Verde será na sede do Sindicato dos Produtores Rurais, no dia 8, às 19h. Os atendimentos aos produtores e profissionais técnicos ocorrerão de 9 a 11, na sede do Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Lucas do Rio Verde.

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Também serão atendidos no mutirão de Lucas do Rio Verde os municípios de Nova mutum, Sorriso, Tapurah, Santa Rita do Trivelato, Nova Ubiratã, Boa esperança do Norte, Vera, Santa Carmem, Feliz Natal, Sinop e Ipiranga do Norte.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça determina regularização do Aeroporto Municipal de Juína

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A Justiça acolheu o pedido de tutela provisória de urgência formulado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) em ação civil pública ajuizada contra o Município de Juína para promover a regularização físico-operacional e administrativa do Aeroporto Municipal. A decisão foi proferida pela juíza substituta Gabriella Andressa Moreira Dias de Oliveira e reconhece a necessidade de adoção de providências imediatas para garantir maior controle administrativo, preservação patrimonial e avaliação técnica das condições do aeródromo. A ação foi proposta pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Juína, por meio do promotor de Justiça Dannilo Preti Vieira, após a instauração de inquérito civil, que apurou uma série de irregularidades relacionadas à infraestrutura, acessibilidade, segurança operacional, conservação, controle de acesso, organização administrativa e utilização patrimonial do aeroporto.Durante as investigações, o Ministério Público reuniu informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Relatório Técnico nº 735/2026, elaborado pelo Centro de Apoio Técnico à Execução (CAEx/MPMT), que apontou problemas como ausência de rota acessível contínua entre estacionamento, terminal e área de embarque, inexistência de sanitários adaptados, deterioração de estruturas, falhas no cercamento e no controle de acesso, além da falta de mecanismos adequados para registro das operações e formalização da ocupação das áreas aeroportuárias.Conforme destacado na ação, também foram identificadas deficiências na gestão patrimonial do aeroporto, sem comprovação da existência de sistema confiável para controle das operações particulares, identificação dos ocupantes dos hangares e formalização jurídica da utilização das áreas públicas. O Ministério Público defendeu que essas situações comprometem a segurança, a transparência administrativa e a adequada conservação do patrimônio público. Na decisão, a magistrada considerou presentes os requisitos para a concessão parcial da tutela de urgência, especialmente diante da necessidade de preservação do patrimônio público, da organização administrativa do serviço e da obtenção de um diagnóstico técnico atualizado sobre as condições do aeroporto.Entre as determinações impostas ao Município de Juína está a proibição de autorizar novas ocupações exclusivas, renovar ocupações informais ou ceder gratuitamente hangares, pátios, salas, terminais ou outras áreas do aeroporto a pessoas físicas ou jurídicas privadas, salvo hipóteses legalmente autorizadas. Também foi determinada a preservação integral de todos os documentos e registros relacionados às operações aeroportuárias e à utilização das áreas do aeródromo. A Justiça ainda determinou que, no prazo de 30 dias, o município apresente a estrutura administrativa responsável pela gestão do aeroporto, identificando os responsáveis pelas áreas operacional, manutenção, emergência, segurança, meio ambiente, acessibilidade e gestão patrimonial, além de informar como é realizado o controle das operações.No prazo de 60 dias, deverá ser apresentado inventário preliminar dos hangares e demais áreas ocupadas, contendo informações sobre usuários, aeronaves, instrumentos de ocupação, pagamentos eventualmente realizados e despesas relacionadas ao consumo de água e energia.Já em até 90 dias, o Município deverá entregar avaliação técnica atualizada das condições do terminal de passageiros, das instalações elétricas e sanitárias, da estrutura do reservatório de água, dos sistemas de proteção contra incêndio e descargas atmosféricas, do cercamento, do controle de acesso, da acessibilidade e da drenagem, com identificação dos riscos existentes e indicação das providências consideradas necessárias pelos profissionais responsáveis.Outra medida determinada pela Justiça é a comunicação ao juízo, em até 10 dias após sua realização, dos resultados da visita técnica prevista para setembro no âmbito do Programa AmpliAR, acompanhada dos relatórios e documentos produzidos durante a atividade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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