MATO GROSSO

Sema orienta população sobre como agir ao encontrar animais silvestres em áreas urbanas

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A gerência de Fauna Silvestre da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) resgatou, na última semana, uma jibóia que estava em um condomínio na área urbana de Cuiabá. Após a captura, a cobra foi solta em uma área de mata.

O gerente de Fauna Silvestre da Sema, biólogo Waldo Troy, explica que no período em que começam as chuvas é comum o aparecimento de animais silvestres em áreas urbanas. Ele orienta a população sobre como proceder no caso de encontro com algum desses bichos.

“A pessoa não deve tomar nenhuma atitude que coloque sua vida ou do animal silvestre em risco. Ao observar o animal dentro ou ao redor de sua casa não o maltrate nem tente capturá-lo, o correto é chamar uma autoridade responsável pelo resgate, como Polícia Ambiental e Bombeiros”.

O biólogo explica que o crescimento das cidades proporciona a migração de animais silvestres para os centros urbanos e que muita dessa migração está ligada à presença de corredores naturais nas cidades, que são as Áreas de Proteção Permanente (APPs) e a oferta de alimentos.

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“Durante o período das chuvas, esses encontros com animais silvestres podem se acentuar, como é o caso de serpentes, que procuram alimentos como ratos ou até mesmo gatos e cachorros, no caso de jiboias e sucuris. Mas vale ressaltar que dificilmente acontecerá ataque a pessoas ou pets, e agir da forma correta é importante”, explica Waldo.

Espécies Resgatadas

Entre as espécies que foram resgatadas em ambientes urbanos este ano estão:

Mamíferos: Tamanduá-bandeira, Tamanduá-mirim, Gambá-de-orelha-branca, cutia, Anta e Onça-parda.

Aves: Carão, Seriema, Ema, gaviões (carijós e quiriquiri).

Répteis: Serpentes não peçonhentas, como sucuri e jiboia são comumente resgatadas, além de algumas ocorrências com serpentes peçonhentas, como jararaca.

A Sema orienta que ao encontrar um animal silvestre, que necessite de resgate, acione a Polícia Militar pelo 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto a saúde do animal como do cidadão.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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