MATO GROSSO

Seplag alerta servidores para realização do Recadastramento 2024

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT) alerta para o prazo da atualização cadastral de 2024. Todos os servidores públicos, incluindo efetivos, comissionados, requisitados, cedidos, permutados, afastados, licenciados, militares, empregados públicos, temporários, estagiários e residentes técnicos têm até o dia 30 de novembro para realizar o procedimento obrigatório.

O recadastramento requer o preenchimento de oito etapas nas quais são solicitados dados e documentos pessoais, endereço, formação, capacitação, habilidades e experiências profissionais, além de informações sobre dependentes e vínculos. O não cumprimento dessa atividade implicará no bloqueio do pagamento do salário. Todo o processo é online e deve ser feito pelos portais de Recadastramento ou do Servidor.

De 1º a 21 de outubro, cerca de 27 mil servidores concluíram o recadastramento e aproximadamente 28 mil estão com o processo em andamento. Pouco mais de 42 mil servidores ainda não iniciaram o recadastramento. A expectativa é de que cerca de 98 mil servidores realizem a atualização cadastral.

Percentualmente, apenas 27,49% dos servidores previstos concluíram o procedimento. A média diária registrada é de cerca de 1.340 recadastramentos. Número abaixo do ideal, que deveria ser de pouco mais de 1.620 por dia. Esse ritmo tem gerado preocupação quanto ao cumprimento do prazo estabelecido. Os dados são do levantamento parcial realizado pela Adjunta de Gestão de Pessoas da Seplag.

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Para mais informações, leia a Instrução Normativa (IN) nº 008/2024/Seplag que está em anexo.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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