MATO GROSSO

SES apoia seminário para o enfrentamento da violência contra a pessoa idosa

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) apoia a realização do IV Seminário em Alusão ao Junho Violeta, para o enfrentamento da violência contra a pessoa idosa. A ação é realizada em parceria com o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (Cededipi-MT), da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

O seminário acontecerá no dia 26 de junho, das 08h às 16h, de forma presencial na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Cuiabá, localizada na avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 750, Centro de Cuiabá. O público-alvo é composto por profissionais da saúde, assistentes sociais e membros dos conselhos municipais de defesa dos direitos da pessoa idosa dos municípios de Mato Grosso.

O Junho Violeta foi instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para ser o mês de conscientização e sensibilização de toda a comunidade no enfrentamento da violência contra a pessoa idosa.

As inscrições podem ser realizadas até esta sexta-feira (20.6) – clique aqui para se inscrever. O evento emitirá um certificado de 8h por meio da Escola de Governo. É exigido o mínimo de 75% de presença para a certificação e é de responsabilidade do aluno o registro da presença no curso.

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A superintendente de Atenção à Saúde da SES, Lenil da Costa Figueiredo, destacou que o seminário é uma forma de conscientizar sobre a garantia dos direitos da pessoa idosa.

“O IV Seminário em alusão ao Junho Violeta é uma forma de capacitar e informar os profissionais da Saúde, assim como os profissionais da Assistência Social e dos conselhos de defesa dos direitos da pessoa idosa e da comunidade em geral, para prevenir, combater e conscientizar a todos sobre a violência contra a pessoa idosa”, concluiu.

Confira a programação:

08h às 09h – Credenciamento e Coffe Break

09h10 – Abertura do Seminário

10h – Palestra do Delegado Marcos Veloso

10h50 – Palestra da Dra. Deise Camila Oliveira Borges

11h40 – Pausa para o Almoço

13h – Apresentação Cultura

13h20 – Palestra da Defensora Pública Dra. Elianeth Nazário

16h – Apresentação Cultural e Coffe Break para o encerramento.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Nova Política Nacional de Educação Inclusiva é apresentada

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A nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025 e pela Portaria MEC nº 421/2026, foi apresentada na manhã desta quinta-feira (20), na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, durante a capacitação “Abraçando as Diferenças”. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) estabelece diretrizes para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, ampliando o apoio às redes de ensino e promovendo melhores condições de acesso, permanência, aprendizagem e participação escolar.A abertura dos trabalhos foi conduzida pela coordenadora-adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) Pessoa com Deficiência, promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que atuou como mediadora do encontro. Como palestrante, participou o coordenador-geral da Política Pedagógica da Educação Especial do Ministério da Educação, Marco Antônio Melo Franco, foi o responsável por apresentar as diretrizes, avanços e os desafios relacionados à implementação da nova política em todo o país.A PNEEI surge em contexto de crescimento das matrículas da educação especial em classes comuns e busca orientar a atuação das redes de ensino na construção de uma educação cada vez mais inclusiva. Entre as principais medidas, estão a regulamentação do profissional de apoio escolar, a definição de diretrizes para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.Um dos destaques da política é a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (RENEEI), que terá a missão de apoiar a implementação das ações, promover a formação continuada dos profissionais da educação e fortalecer a articulação entre as áreas de educação, saúde, assistência social e do sistema de garantia de direitos.Durante a apresentação, foram destacados dados que demonstram os avanços da educação inclusiva no país. Atualmente, o Brasil registra cerca de 2,5 milhões de matrículas na educação especial, das quais 93,5% correspondem a estudantes incluídos em classes comuns. Na rede pública de ensino, esse percentual alcança 98,1%.Outro avanço previsto na política é a utilização do estudo de caso como instrumento pedagógico para identificar barreiras à aprendizagem e definir estratégias de apoio aos estudantes. A proposta reforça que o foco da atuação educacional deve estar nas necessidades de cada aluno e na eliminação dos obstáculos que dificultam sua participação no ambiente escolar, e não exclusivamente em diagnósticos clínicos.A normativa também prevê a implantação dos Núcleos Intersetoriais de Educação Especial Inclusiva, compostos por representantes das áreas de educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção de direitos. O objetivo é ampliar a atuação integrada dessas instituições e fortalecer o acompanhamento dos estudantes da educação especial.Durante o debate, o Ministério Público destacou a importância do monitoramento da implementação da política. Nesse contexto, Marco Antônio Melo Franco ressaltou que o Observatório da Educação Especial Inclusiva será uma das principais ferramentas para acompanhar a execução das ações em todo o território nacional.Segundo o coordenador, o observatório permitirá compreender como a política está sendo aplicada nas diferentes regiões do país, identificando desafios e oportunidades de aprimoramento das ações voltadas à inclusão escolar. Ele também reforçou a importância das parcerias institucionais, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer a efetivação das políticas públicas educacionais.Entre as iniciativas previstas está o Selo Redes Educacionais Inclusivas, que reconhecerá experiências exitosas na promoção da inclusão escolar e contribuirá para a disseminação de boas práticas nas redes de ensino.A política prevê uma estrutura nacional de governança, com coordenadores e agentes distribuídos em todos os estados brasileiros para acompanhar a implementação das ações, promover a articulação entre os municípios e fornecer informações estratégicas ao Ministério da Educação.Atualmente, estão em andamento a estruturação dos centros de referência nas 27 unidades da Federação, a implantação do Observatório da Educação Especial Inclusiva e a organização dos núcleos intersetoriais que atuarão nos territórios.Saiba mais – A capacitação foi promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), escola institucional do MPMT, em parceria com a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico; o Centro de Apoio Operacional de Educação; e o Centro de Apoio Operacional Pessoa com Deficiência, com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT), Comunic@TEA e Turma do Jiló.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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