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Sesp e Prefeitura de Gaúcha do Norte alinham ampliar câmeras do Vigia Mais MT no município

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), através do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), apresentou, nesta sexta-feira (17.1), o programa Vigia Mais MT ao prefeito de Gaúcha do Norte, Ari do Prado, que quer ampliar o monitoramento do município.

Gaúcha do Norte já possui 23 câmeras em funcionamento. Entre elas, estão câmeras OCR, Speed Dome e fixas. Contudo, o prefeito estuda propor um aditivo no Termo de Cooperação para adquirir novas câmeras e ampliar o monitoramento no município nas áreas urbanas e rurais.

Segundo Ari do Prado, o monitoramento já trouxe resultados positivos na segurança do município e considera que a aquisição de novos equipamentos vai auxiliar de forma significativa na prevenção e repressão de ações criminosas, facilitando a identificação e captura de suspeitos.

“Toda ferramenta para ajudar na segurança é bem-vinda. Queremos iniciar o mandato com mais reforço ainda no município a fim de garantir total amparo aos cidadãos. Já estamos planejando e estudando esse aditivo e esperamos que seja positiva essa contínua parceria”, pontuou o prefeito.

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No encontro, o secretário adjunto de Integração Operacional, coronel Fernando Augustinho de Oliveira Galindo, apoiou ampliação do monitoramento no município e ressaltou que o programa tem como foco a redução de crimes no Estado a partir do monitoramento e mapeamento virtual da cidades e bairros.

“Temos câmeras instaladas em mais de 120 municípios que já aderiram ao programa Vigia Mais e que estão inibindo a pratica de crimes e delitos, porque o indivíduo sabe que será monitorado e identificado pelas câmeras, então a população de Gaúcha do Norte só tem a ganhar com a ampliação do monitoramento”, detalho.

*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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