A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito em um dos lados da Avenida Prainha será completamente interrompido a partir desta sexta-feira (30.1), no trecho entre a Praça Ipiranga e a Avenida Dom Bosco.
A interdição é necessária para corrigir problemas estruturais já existentes no sistema de drenagem do local. Com o avanço das obras de implantação do BRT, não seria possível garantir a segurança do trânsito no local sem a realização das intervenções necessárias.
O prazo inicial de interdição na pista sentido Centro – Porto é de 15 dias. Rotas alternativas foram elaboradas em parceria com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, para tentar amenizar os transtornos provocados pelas intervenções.
Após a conclusão dos serviços neste lado da pista, será necessário realizar o mesmo trabalho na pista contrária, sentido Porto-Centro.
Os problemas foram observados por equipes que trabalham na obra do BRT, durante escavações realizadas pela concessionária Águas Cuiabá para implantação de redes de drenagem e sistema coletor de esgoto.
Algumas tubulações que deveriam levar a água da chuva captada pelas bocas de lobo até o Córrego da Prainha estão posicionadas a cerca de 40 centímetros de distância da parede do canal.
Desta forma, a água não estava sendo levada para dentro do córrego canalizado. Ela acabava sendo despejada diretamente no solo, o que acabava por carregar material do aterro, ou seja a terra embaixo da pista, para dentro do canal. Isso criou buracos por baixo da pista, além de diminuir a eficiência da drenagem na região.
Com as obras de escavação em andamento, a estabilidade do solo foi diminuída, o que agravou o problema. Durante o período de chuvas, essa movimentação poderia fazer com que a pista da Avenida da Prainha ficasse oca, gerando deslizamentos e aberturas de crateras no asfalto.
Os serviços de correção começam de forma imediata por parte do Consórcio Integra BRT, responsável pelas obras no trecho. Será realizado o reaterro manual das caixas de drenagem, as pistas serão recortadas para fazer novo aterro nos locais com erosão e feito o remendo profundo nesses locais. Depois disso o asfalto do trecho será raspado e será feita uma nova camada de asfalto.
A Águas Cuiabá também irá finalizar as Bocas de Lobo e travessias de tubulação, seguindo o projeto de drenagem estabelecido para a região.
OPÇÃO 1: Para quem vem pela Av. Tenente Coronel Duarte (Prainha), para chegar ao bairro Porto, acessar a Av. Getúlio Vargas e em seguida, acessar pela esquerda a Rua 13 de Junho até a Rua Thogo Pereira (Hospital Geral), virando à esquerda para pegar a Av. 15 de Novembro.
OPÇÃO 2: Vindo pela Av. Tenente Coronel Duarte e no semáforo da Av. Generoso Ponce, virar à esquerda e subir a Rua Clóvis Hugueney até o semáforo do Hospital Santa Casa, acessar à direita a Rua Dom Aquino até a Av. 15 de Novembro.
Os passageiros da Estação Ipiranga continuarão utilizando o ponto provisório na Rua 13 de Junho. E os das linhas intermunicipais, do mesmo modo, continuarão utilizando a Rua Clovis Hugueney, exceto a 08 que está desviando pela Rua 13 de Junho.
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) vem intensificando a qualificação técnica e operacional de seu efetivo como preparação para o período de estiagem, quando se eleva o risco de incêndios florestais no Estado. Dentro dessa estratégia de capacitação, a corporação realizou, nesta sexta-feira (17.4), o encerramento da Requalificação do Estágio de Manutenção de Equipamentos Motomecanizados (EMOT).
A requalificação foi realizada pelo Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) e teve como objetivo nivelar o conhecimento técnico dos militares em todo o Estado, fortalecendo a capacidade de resposta às ocorrências durante o período de seca, além de ampliar a eficiência no uso dos recursos disponíveis e garantir maior segurança nas operações.
A solenidade de encerramento contou com a presença do diretor Operacional do CBMMT, coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes, do Secretário Executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, coronel RR BM Lázaro Leandro Nunes, além do comandante do BEA, tenente-coronel BM Heitor Alves de Souza, e dos militares concluintes da capacitação.
Durante o evento, o coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes destacou a importância da requalificação e do constante aprimoramento técnico dos militares diante dos desafios impostos pelo combate aos incêndios florestais em Mato Grosso, que possui grande extensão territorial e diversidade ambiental, abrangendo os biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal.
Esse cenário exige atenção especial ao uso adequado dos equipamentos motomecanizados, sendo o domínio de suas especificidades fundamental para a eficiência das ações operacionais e para o enfrentamento das ocorrências, segundo o diretor.
“Sabemos que os dias difíceis ainda virão. Mas é importante saber que a tropa está sendo capacitada, os materiais e equipamentos estão sendo colocados à disposição e o resultado, no final, vai depender exclusivamente da dedicação e do empenho de cada um. O período de estiagem, assim como em todos os anos, nos impõe necessidade de disciplina e compromisso. E isso os militares vêm demonstrando agora, se qualificando e se aprimorando”, destacou o diretor.
Durante a requalificação, bombeiros de diversas regiões de Mato Grosso participaram de instruções teóricas e práticas voltadas ao uso, operação e manutenção de equipamentos essenciais às ocorrências, considerados fatores determinantes para o êxito das missões.
Entre os conteúdos abordados, estiveram a manutenção de kits de combate, sopradores, motosserras, motobombas, roçadeiras e motores de popa, além de técnicas de condução de viaturas em ambientes off-road. As atividades práticas incluíram situações de risco, como frenagens de emergência, transposição de obstáculos e condução em terrenos adversos, como lama, areia e pistas molhadas, reforçando a atuação segura e eficiente em cenários desafiadores.
Para o comandante do BEA, tenente-coronel Heitor Alves de Souza, a capacitação é fundamental para garantir uma atuação preventiva e bem planejada, permitindo que os militares estejam preparados para responder com agilidade e eficiência às ocorrências. Além disso, os participantes tornam-se multiplicadores do conhecimento em suas unidades de origem, ampliando a disseminação de boas práticas e fortalecendo a atuação técnica durante o período de estiagem no Estado.
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