MATO GROSSO

“Trabalhamos com inteligência e ciência de dados para combater sonegação fiscal em Mato Grosso”, afirma secretário de Fazenda

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O secretário de Estado de Fazenda de Mato Grosso, Rogério Gallo, destacou a importância do uso da ciência de dados como ferramenta para identificar a sonegação fiscal em território mato-grossense.

“É uma estratégia de negócio – a sonegação –, às vezes, não é vender soja, milho ou combustível, é aumentar ainda mais o seu lucro sonegando. Para isso, estamos trabalhando fortemente com ciência de dados e, hoje, temos um time de fiscais que criaram um roteiro de trabalho a partir dos dados e, assim, conseguimos antecipar comportamentos”, afirmou durante entrevista ao Podcast MT Conectado, na segunda-feira (18.11).

O secretário explicou que a principal estratégia do Estado é localizar os sonegadores e agir antes que eles causem prejuízos ao erário público. Ele também ressaltou a criação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) como uma medida eficaz no combate à sonegação fiscal e aos crimes contra a administração pública. O comitê foi recentemente inaugurado pelo governador Mauro Mendes em parceria com o Ministério Público.

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“É um local novo em que todas as agências e a delegacia fazendária, dentro do Ministério Público, que compartilham dados em tempo real e chegam muito mais rápido ao patrimônio dos sonegadores. 2025 será o ano do Cira contra essas fraudes estruturadas”, disse.

Gallo também enfatizou que o Estado, ao promover a cidadania fiscal por meio do programa Nota MT, segue rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e não rastreia o comportamento de compra da população.

“A LGPD nos impede de fazer compartilhamento de informações econômicas de contribuintes que tenham aderido ao Nota MT. É muito importante isso ficar claro”, comentou.

Assista à íntegra da entrevista no Podcast MT Conectado, apresentado pela secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, e pela secretária adjunta de Jornalismo, Carol Sanford.

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

25ª Subseção da OAB-MT lança Cartilha com informações e orientações

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Foto da Notícia: 25ª Subseção da OAB-MT lança Cartilha com informações e orientações

imgA 25ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), por meio da sua Comissão da Mulher Advogada, lançou a nova Cartilha da Lei Maria da Penha, que apresenta informações e orientações, além de buscar conscientizar a população de Nova Mutum e região sobre a violência doméstica e os mecanismos de proteção às vítimas. “Informação, proteção e consciência podem salvar vidas”, destaca a vice-presidente da 25ª Subseção, Suzye Maria José Conceição Martins do Nascimento.

As advogadas Suzye Martins do Nascimento, Vanessa Stefani e Jéssica Portes, que são integrantes da Comissão da Mulher Advogada da OAB de Nova Mutum, alertam que a violência contra a mulher nem sempre começa com um tapa, um soco ou uma agressão física. Muitas vezes, ela surge de maneira silenciosa, por meio de ciúmes excessivos, controle, humilhações, ameaças, isolamento e chantagens emocionais.

“Infelizmente nós estamos em um estado que é ranqueado nesse tema de violência doméstica”, pontua Vanessa Stefani ao defender que o assunto deve permanecer em evidência para ampliar a conscientização da sociedade. Para ela, o enfrentamento à violência contra a mulher precisa ocorrer durante todo o ano e não apenas no mês de agosto, período tradicionalmente associado às campanhas de conscientização sobre o tema.

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A advogada Jéssica Portes lembra que a violência costuma começar nos “pequenos detalhes”, citando que comportamentos aparentemente banais podem evoluir para situações mais graves. “São nos pequenos detalhes que a violência começa”.

Na cartilha, a Comissão da Mulher Advogada registra que entre os sinais que devem servir de alerta estão ciúmes excessivos, controle sobre o que a mulher fala, faz ou veste, isolamento de amigos e familiares, invalidação dos sentimentos e chantagem emocional.

A vice-presidente da OAB de Nova Mutum, Suzye Martins do Nascimento, afirma que o comportamento controlador muitas vezes é apresentado pelo agressor como uma demonstração de carinho ou preocupação.

“Impedir a mulher de frequentar determinados lugares, encontrar amigas ou familiares, ir à academia ou até escolher livremente suas roupas pode representar uma forma de controle”, explica Suzye.

Confira aqui a Cartilha e saiba mais sobre o tema.

Judite Rosa
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
[email protected]
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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