MATO GROSSO

Três são presos por formação de quadrilha e porte ilegal de armas de fogo em Sinop

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Três homens foram detidos na madrugada desta terça-feira (31.12), por policiais militares do 11º Batalhão, suspeitos de formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo, tentativa de homicídio e direção perigosa, em Sinop. Um quarto integrante do grupo está internado, após confronto com os militares.

Na ação, as equipes apreenderam um veículo Fiat Pálio, dois revólveres, dois simulacros de arma de fogo, uma faca, um kit de joias, uma maquininha de cartão e R$ 170 em espécie.

Segundo informações do boletim de ocorrência, por volta das 2 horas, durante patrulhamento tático em razão da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam denúncia de que o grupo, em um veículo Fiat Pálio, planejava o roubo de uma caminhonete Hilux. Os suspeitos, inclusive, estariam envolvidos em vários roubos no município de Sinop.

Diante das informações, as equipes intensificaram o policiamento na região e flagraram o veículo com as mesmas características apresentadas na denúncia.

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Durante a tentativa de abordagem da PM, o condutor do carro saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial por diversas ruas e avenidas.

No trajeto, os suspeitos tentaram atropelar os policiais militares que realizavam uma barreira para conter a fuga, e dispararam contra os militares, que revidaram à injusta agressão.

Na ação, três suspeitos ficaram feridos. Eles foram socorridos por uma equipe do Corpo de Bombeiros até o Hospital Regional, receberam alta e foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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