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Rede de Cuiabá apresenta projetos que fortalecem a proteção à mulher em encontro do TJMT

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As boas práticas de proteção à mulher desenvolvidas em Cuiabá ganharam destaque, nesta quarta-feira (10), no II Encontro das Redes de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar. As ações foram compartilhadas pela juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, no painel “A constituição da Rede de Enfrentamento de Cuiabá: Fluxograma, Guia e Atuação”.
Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o encontro fomenta debates sobre temas como o fortalecimento das ações de prevenção e combate à violência contra a mulher. A ideia é também oportunizar a troca de experiências entre as Redes de todo o estado, estabelecendo um fluxograma semelhante e contribuindo para uma atuação padronizada.
A magistrada apresentou uma série de iniciativas voltadas à conscientização, capacitação, geração de emprego e oferta de serviços jurídicos e de cidadania. Entre as atividades, Ana Graziela citou o Comitê para Análise dos Feminicídios, Projeto Hora da Oportunidade, Virando a Página, Mulheres em Defesa, Empodera Mulher, entre outros.
“A Rede de Enfrentamento de Cuiabá foi implementada, de fato, em setembro de 2020. Hoje, com os vários projetos que desenvolvemos, percebemos que as mulheres vão criando uma amizade, afinidade, e uma acaba ajudando a outra”, relatou a juíza titular da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá.
A expositora, juíza Maria Mazarello é uma senhora de cabelos curtos e óculos, veste conjunto claro e colar azul. Fala ao microfone diante das bandeiras do Brasil e de MT. O auditório do TRE aparece ao fundo com painel iluminado em rosa.O painel contou ainda com a participação do juiz Marcos Terêncio Agostinho Pires, titular da 2ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá, da juíza Djéssica Giseli Kuntszer, da Comarca de Pontes de Lacerda, e da juíza Maria Mazarelo Farias Pinto, titular da Vara de Violência Doméstica e Familiar de Rondonópolis.
“É extremamente gratificante participar desse evento. Ele nos dá a oportunidade de ganhar novas experiências com outras cidades e comarcas. Esse compartilhamento nos traz mais motivação para alcançar o nosso objetivo, que é proteger as mulheres das violências nos mais diversos níveis”, disse a juíza Maria Mazarelo.
A juíza Djéssika é jovem de cabelos loiros e blusa azul-marinho, fala ao microfone em auditório do TRE. Atrás, duas participantes sentadas acompanham atentas. O ambiente é amplo, com iluminação suave e mesas de apoio ao fundo.Para a juíza Djéssica Giseli Kuntszer, o trabalho em conjunto é fundamental para continuar avançando. “As Redes são encabeçadas pelo Poder Judiciário, mas para elas surtirem efeito é de extrema importância a participação de vários componentes, inclusive a própria sociedade”, afirmou Djéssica.
As Redes
As Redes de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar são criadas e implantadas pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob liderança da desembargadora Maria Erotides Kneip.
A iniciativa visa unir esforços de órgãos, instituições e profissionais para ofertar apoio, acolhimento e proteção às mulheres. O trabalho integrado garante respostas rápidas e eficazes diante de cenários de violência de gênero, doméstica e familiar. Até o momento, 96 Redes estão em funcionamento em diferentes cidades do estado.
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Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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3ª Corrida Maria da Penha será realizada no dia 1º e abre programação do Agosto Lilás em Sinop

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A 3ª Corrida e Caminhada Maria da Penha será realizada no dia 1º de agosto em Sinop, marcando a abertura da programação do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A largada será às 17h, na Orla do Residencial Recanto Suíço, com percurso de cinco quilômetros. Neste ano, o evento também contará com a Corrida Kids, ampliando a participação das famílias e da comunidade.

As inscrições podem ser feitas até 27 de julho ou até o preenchimento das 900 vagas, pelos sites Corrida 360 e Canal do Ciclista. O valor é de R$ 70,00. Os recursos arrecadados serão destinados às ações da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência de Sinop.

Promovida pela Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência de Sinop, com organização técnica da Life e Canal do Ciclista, a corrida tem como objetivo conscientizar a população para o enfrentamento à violência doméstica e mobilizar a sociedade em defesa dos direitos das mulheres.

A coordenadora da Justiça Restaurativa da Comarca de Sinop, juíza Débora Caldas, integrante da Rede de Enfrentamento, ressalta que o evento simboliza o compromisso coletivo com a proteção das mulheres. “A violência contra a mulher é um desafio que exige o compromisso de toda a sociedade e, nesse contexto, a 3ª Corrida e Caminhada Maria da Penha simboliza exatamente isso, a união entre Poder Judiciário, instituições públicas, iniciativa privada e comunidade em uma mobilização pela vida, pelo respeito e pela garantia dos direitos das mulheres.”

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A magistrada lembra que a edição deste ano celebra os 20 anos da Lei Maria da Penha e reforça a importância da prevenção e da atuação integrada da Rede. “Cada inscrição, cada passo e cada participante representam um gesto de apoio às mulheres e um compromisso coletivo com uma sociedade mais justa, segura e livre de violência. Convidamos toda a população de Sinop e da região a participar dessa causa, porque o enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade de todos.”

A presidente e coordenadora da Rede de Enfrentamento, advogada Eliane dos Santos destaca que a corrida já se consolidou como um dos principais eventos de mobilização social do município. “Estamos quase chegando aos 900 inscritos na corrida. Mais um evento promovido pela Rede de Sinop para conscientizar e mobilizar a sociedade em prol da causa. É uma corrida que envolve toda a sociedade sinopense, homens, mulheres e crianças, e este ano é especial, porque a Lei Maria da Penha completa 20 anos e porque marca a abertura do Agosto Lilás. A corrida dá início a todas as ações que serão realizadas pelos integrantes da Rede durante o mês.”

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No ano passado, a 2ª Corrida Maria da Penha contou com mais de 600 participantes.

Rede de Sinop

Criada em 2019, a Rede de Enfrentamento de Sinop conta com 30 parceiros, que realizam ações em diversas frentes, dentre elas educação, conscientização, responsabilização dos autores de violência doméstica contra a mulher, acolhimento e resgate das mulheres. A união dessas iniciativas conta com a intermediação do Poder Judiciário de Mato Grosso, que, desde o início, cumpre também o papel de articulador.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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