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Última semana do Cofi consolida formação prática e encerra ciclo de preparação dos novos magistrados

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A semana de encerramento do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi 2026), promovido pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), marcou a conclusão de uma etapa fundamental na trajetória dos 35 novos juízes substitutos do Poder Judiciário estadual. Ao longo dos últimos cinco dias de atividades, os magistrados participaram de conteúdos voltados à prática jurisdicional, gestão administrativa e temas contemporâneos que impactam diretamente o exercício da magistratura, em uma programação que reforçou o compromisso com a formação qualificada.

Na segunda-feira (4 de maio), o módulo de Direito Eleitoral ganhou novamente protagonismo. O formador Welder Queiroz, juiz membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) e diretor da Escola Judiciária Eleitoral, destacou a abordagem voltada à realidade enfrentada pelos magistrados. “Na aula de hoje nós tratamos da ação de investigação judicial eleitoral e de ação de impugnação de mandato eletivo. Tratamos de questões do dia a dia que a magistratura enfrenta, sobre abuso de poder político, abuso de poder econômico, abuso de utilização de meios de comunicação, e temas atuais, como desinformação e inteligência artificial, e como isso impacta as eleições e como a justiça eleitoral enfrenta e enfrentará esses temas”.

Queiroz também enfatizou a necessidade de preparo técnico para a condução de processos eleitorais. “É importante porque, no dia a dia da magistratura eleitoral, os magistrados terão que enfrentar esses casos, instruir processos, ouvir testemunhos, enfim, enfrentar e julgar os casos para verificar se houve ou não abuso de poder político, econômico ou de comunicação e quais as consequências. Isso gera a cassação de mandato? Gera a aplicação de multa? Enfim, esses são os temas que nós tratamos na aula”. A formação também abordou o impacto das novas tecnologias no cenário eleitoral. “2026 é um ano eleitoral e um ano que traz o desafio da justiça eleitoral com a inteligência artificial muito mais forte do que 2024. Então, nós procuramos antever algum cenário, trazer para a discussão esses temas, trazer casos que foram julgados pela Justiça Eleitoral sobre fake news. Enfim, buscar contribuir para a formação desses magistrados”.

Na mesma linha, o juiz titular do TRE-MT, Raphael Arantes, reforçou o caráter prático e a relevância institucional da capacitação. “O que eu trouxe aqui, na verdade, foi uma ideia de contribuição, de aprimoramento, de esclarecimento dos crimes eleitorais. Toda a prática que o juiz eleitoral precisa para lidar com as demandas do dia a dia, além de parabenizar o Tribunal Eleitoral de Mato Grosso, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso e a Esmagis pela ampla produção e eficiência desse curso, que entendo que é essencial para o crescimento e aprimoramento dos magistrados.”

A percepção dos participantes também evidencia a importância da formação. O juiz substituto Lessandro Réus Barbosa, da Comarca de Porto Alegre do Norte, destacou a abrangência das aulas e a aplicabilidade prática do conteúdo. “Da semana passada para cá, nós tivemos diversas aulas sobre direito eleitoral. Professores, servidores do Tribunal Regional Eleitoral, advogados especialistas nesta área que contribuíram muito para o nosso conhecimento como juiz eleitoral nessas eleições e nas futuras eleições nas comarcas”.

Ele reforçou ainda o impacto prático da experiência formativa, especialmente para a atuação no interior do estado. “Esse conhecimento transmitido a nós é muito importante porque, como juízes do interior, muitos de nós seremos juízes eleitorais, justamente porque há só um juiz em comarca de vara única. As aulas são muito importantes porque trouxeram um viés além da teoria, um viés pragmático sobre a atuação do juiz durante as eleições. Foram muito enriquecedoras e muito proveitosas para todos nós”, complementou.

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Na terça-feira (5 de maio), os novos magistrados participaram de formação voltada à fiscalização das serventias extrajudiciais, com o juiz Eduardo Calmon de Almeida Cézar. A aula trouxe orientações detalhadas sobre os procedimentos de correição. “Expliquei para eles como se deve fazer uma correição extrajudicial, o que deve ser visto nas serventias extrajudiciais, os documentos necessários, a fiscalização contábil, a análise geral da serventia com seus equipamentos, estrutura, análise de recolhimento de tributos, de impostos, de fundos de garantia dos empregados, ou seja, os atos notariais praticados, quais são os documentos que obrigatoriamente devem instruir esses atos, onde devem ficar arquivados. Tudo isso para que eles possam ter segurança no momento em que estiverem exercendo a diretoria do fórum e realizarem as correções tão importantes para a fiscalização dessa atividade que traz muito serviço positivo para a sociedade mato-grossense.”

Na quarta e quinta-feira (6 e 7 de maio), o foco esteve na Política de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio no Poder Judiciário, com aulas ministradas pela servidora Celina Coelho, do Conselho Nacional de Justiça. A abordagem privilegiou a construção de ambientes institucionais saudáveis e respeitosos, além da análise prática de casos disciplinares. “No primeiro dia, falamos sobre como ser líder e chefe de unidades sem a prática do assédio, mostrando exemplos de uma boa gestão, uma boa relação no trabalho. Falamos também sobre a evolução da norma, como que ela chegou à fase que está agora, todo esse contexto, e, no segundo dia, foi tratado exclusivamente da análise de processos disciplinares que já foram apreciados envolvendo casos de assédio”.

A formadora destacou ainda o papel preventivo da política institucional. “O assunto do combate ao assédio é obrigatório, mas a gente espera que ele seja internalizado como uma maneira preventiva. É muito melhor a gente trabalhar na prevenção do que na punição. Então, a gente traz os exemplos da punição para sensibilizar, mas o nosso objetivo principal é a mudança de forma de conduzir as relações de trabalho. Em particular, achei muito interessante um curso voltado para quem acabou de ingressar na carreira, porque aí a gente já consegue moldar esses novos profissionais de acordo com a cultura que o tribunal quer imprimir, e é uma cultura de respeito, e a gente tem certeza de que o resultado vai ser muito exitoso.”

Ainda na quarta-feira (6 de maio), a programação incluiu uma aula sobre judicialização da saúde, conduzida pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que reforçou a necessidade de decisões equilibradas diante das demandas da área. Durante o encontro, os magistrados foram orientados a alinhar teoria e prática, considerando fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível no sistema de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou.

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O conteúdo também destacou a importância do uso de estruturas de apoio existentes no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, com foco na qualificação das decisões e na celeridade processual. Segundo o magistrado, a compreensão do funcionamento do sistema de saúde é essencial para a atuação judicial: “A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”.

Encerrando o curso nesta sexta-feira (8 de maio), o módulo eleitoral foi finalizado pelo juiz coordenador das atividades pedagógicas da Esmagis, Antônio Veloso Peleja Júnior, com a participação da presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves. O momento simbolizou a conclusão de um ciclo formativo estruturado para preparar os novos magistrados para os desafios da carreira.

Serly destacou que o Cofi integra uma política nacional conduzida pela Enfam em parceria com o TSE e ressaltou a importância da formação eleitoral dentro do curso, especialmente por ocorrer em ano de eleições. Segundo ela, pelo menos 20 dos novos magistrados atuarão pela primeira vez em zonas eleitorais, o que torna a preparação ainda mais relevante.

Nesse contexto, segundo a magistrada, os participantes tiveram acesso a conteúdos aprofundados ministrados por professores do TRE e da Esmagis, abrangendo tanto aspectos estruturais — como urnas, segurança, logística e suporte técnico — quanto temas jurídicos, como propaganda eleitoral e poder de polícia. A presidente do TRE também enfatizou que os magistrados concluíram o curso preparados e engajados, destacando o interesse demonstrado durante as aulas. A desembargadora avaliou positivamente a parceria institucional entre o TRE e a Esmagis, classificando-a como um “case de sucesso”, com impacto direto na qualidade da formação e nos resultados esperados no processo eleitoral.

O Cofi foi finalizado com a fala do desembargador diretor da Esmagis-MT, Márcio Vidal, que observou aos novos juízes que esse curso foi arquitetado de forma diferente do que foi no passado. “Nós estamos em busca de um aprimoramento. A administração da Escola de Magistrados tem se empenhado no dia a dia. Estar sempre se capacitando é a tônica para nos tornarmos cada vez mais profissionais. (…) Tem que ter amor ao estudo, tem que ter amor ao trabalho. É interesse da Instituição melhorar sempre. Se eu dirijo um time de futebol, eu quero quem nesse grupo? Os melhores. Lógico, eu quero ser campeão. Utilizo essa analogia para dizer que, se uma lei é ruim, mas os magistrados são bons, haverá transformação nessa lei. Porém, se o magistrado não estiver preparado, não adiantam leis excelentes. Haverá um desastre. ”

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Fotos: Alair Ribeiro e Josiane Dalmagro

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Encontro de almas: diligência abriu as portas da paternidade para agente da Infância e Juventude

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Foto horizontal dos anos 1990 que mostra o agente da Infância e Juventude Aparecido Donizete abraçado com a filha Érica, que tinha cerca de 10 anos na foto. Ela era uma menina de pele clara com longos cabelos loiros e cacheados.

Das histórias de tantas crianças e adolescentes que ajudou a reescrever, enquanto agente da Infância e Juventude, Aparecido Donizete da Silva, atualmente lotado na Comarca de Várzea Grande, encontrou em uma de suas diligências, em 1990, a primeira página de sua própria jornada enquanto pai.

Uma bebê foi abandonada pela mãe na casa da parteira, uma senhora muito pobre e sem condições de cuidar da criança, em Barra do Bugres. Nomeado guardião legal da criança, Aparecido levou a bebê com apenas quatro dias de nascida para casa. Ele e a então esposa cuidaram da recém-nascida até que ela restabelecesse a saúde, ao longo de três meses. O cuidado foi tamanho que o servidor, que também trabalhava como professor no período noturno, deixou este emprego para se dedicar ao cuidado com a menina.

Aparecido revela que não tinha interesse em adotar, mas, após três meses de acolhimento daquela bebezinha, decidiu que queria ficar com ela para sempre e pediu para entrar na fila da adoção. O processo levou tempo, pois investigações foram feitas e a mãe biológica foi identificada. Ela teve que registrar a criança, mas acabou perdendo o pátrio poder e, então a menina pôde participar do processo de adoção. “Ela veio como um presente de Deus”, afirma Aparecido.

Já estava escrito

“Eu acho que tudo já estava escrito pra ser dessa forma. Ele já era meu pai, só foi me buscar”, afirma Érica Taiane Buzato da Silva, 36 anos, filha mais velha de Aparecido, que sente o mesmo. “Pra mim, já existia uma paternidade de verdade, o vínculo, o cuidado e o amor vieram antes da ‘chegada’. Quando ela diz isso, eu sinto que a nossa história confirmou o que a gente viveu todos os dias”, diz o servidor.

Érica conta que seus “pais do coração” sempre foram transparentes em relação à sua origem e que, mesmo passando anos questionando o porquê do abandono, o amor que recebeu da família a levou a superar todas as dores.

“Eu sempre soube que eu era adotada. Fui a primeira filha deles. Depois, eu tive mais dois irmãos e a gente cresceu muito feliz. O meu pai é uma pessoa maravilhosa na minha vida! Não sei nem como agradecer porque, se não fosse ele, eu não sei o que poderia ter acontecido comigo. Sou muito grata ao meu pai e à minha mãe porque cuidaram de mim com todo amor, sem nenhuma diferença de mim e os meus irmãos”, diz.

A gratidão relatada por Érica é sentida também por parte do pai dela. “Me sinto profundamente grato e em paz. Olhando pra trás, vejo que o acolhimento que demos à Érica foi mais do que cuidados: foi amor que sustentou a ela e a mim”, afirma. Em relação à paternidade, que começou com a chegada de Érica em sua vida, Aparecido conta que sempre viu como algo muito simples a educação dada a ela e aos demais filhos, Evili e Lucas. “Nunca vi a Érica diferente, mas sim como filha, igual aos outros”, conta.

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Foto vertical antiga que mostra o agente da Infância e Juventude, Aparecido Donizete, com a ex-mulher, duas filhas e o filho ainda crianças, em uma festa. Eles posam sorrindo para a foto.Legado construído com exemplo

Aparecido destaca que sempre priorizou transmitir aos filhos valores como honestidade, caráter e determinação para batalhar pelos objetivos. “Eu sempre busquei passar esses valores no comportamento e nas escolhas do dia a dia, sendo honesto, firme e batalhador, para que eles aprendessem com a nossa convivência, não só com palavras”, pontua.

Para Érica, ficaram desses ensinamentos a admiração e o desejo de seguir os mesmos passos do pai. “Meu pai é uma pessoa de muito caráter, muito esforçado, inteligente, batalhador. Eu sei que a vida dele também foi muito difícil. Eu não sou igual a ele, mas tento ser e me espelho nele porque é uma pessoa maravilhosa. Ele me ensinou a ser uma pessoa honesta e a lutar pelos meus objetivos, pela minha felicidade. Eu conto tudo pra ele, então, a gente tem realmente uma ligação muito forte”, afirma Érica.

Ela destaca que se considera parecida até fisicamente com Aparecido. “É estranho, mas eu acho que a convivência faz a gente ficar parecido. Dizem que pai é quem cria, mas, pra mim, é mais do que isso: meu pai é meu porto seguro, minha referência”.

Por sua vez, Aparecido diz ser muito gratificante e emocionante ver os frutos do seu amor de pai. “Saber que a minha presença ajudou a formar o caráter dela e que hoje existe essa conexão me dá orgulho, e também me faz querer continuar fazendo o certo todos os dias”.

Apoio incondicional

Encontrar nos pais um porto seguro fez com que Érica tivesse coragem para encarar de frente seu passado e, depois de adulta, buscar suas origens. “Eu não perguntava por que achava que era algo que machucava eles, de certa forma. Mas, quando eu perguntei, ele foi atrás, conseguiu o contato de outro pai que também tinha adotado a minha outra irmã. Meu pai me ajudou e eu conheci ela e outro irmão, filho dessa minha mãe biológica. E foi muito legal conhecê-los porque faz parte da minha história, de certa forma, porque têm o meu sangue”, relata Érica. Ao reencontrar os irmãos biológicos, sua genitora havia falecido um ano antes.

Da parte de Aparecido, ele conta que ajudar Érica nesse processo de resgatar o contato com a família biológica foi um misto de carinho e responsabilidade. “Eu entendia o desejo dela de conhecer as origens e apoiei esse caminho. Ao mesmo tempo, eu precisava respeitar o tempo dela e garantir que essa busca não virasse dor ou culpa. Ver que ela conseguiu se aproximar com segurança me deixa muito satisfeito”, avalia.

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Imagem quadrada gerada com auxílio de inteligência artificial que mostra o agente da Infância e Juventude Aparecido Donizete e sua filha Érica abraçados, com um fundo verde de um parque. Ele é um homem pardo de cabelo grisalho e ela uma jovem branca e loira.

Há oito anos morando na Europa, Érica afirma ser difícil estar longe da família, especialmente em datas comemorativas, como o Dia dos Pais, mas que a única palavra que vem à sua mente nessas horas é gratidão. “Quero que ele saiba que é o melhor pai do mundo, que eu sou muito grata a ele por cada gesto, por cada abraço. Minha maior certeza na vida é que eu amo muito ele. Mesmo distantes fisicamente, graças a Deus somos muito próximos, pois, de certa forma ele me deu a vida”, assevera Érica.

Pai e apoiador, Aparecido confirma que a distância aperta o coração, mas que, ao mesmo tempo, sente orgulho ao ver que Érica está correndo atrás dos próprios objetivos com coragem. “A gente procura estar presente do jeito que dá, com diálogo, apoio e carinho. E isso ajuda a transformar a saudade em motivação”.

Adoção

Enquanto agente da Infância e Juventude, Aparecido ressalta que a Justiça tem um papel fundamental em garantir que toda criança tenha o direito de crescer em um ambiente seguro, com afeto, dignidade e oportunidades. “A adoção não é apenas um ato jurídico; é a construção de uma família baseada no amor e na responsabilidade”, avalia.

Ele lembra que, desde quando adotou Érica até os dias atuais, a legislação evoluiu muito. “Hoje, o processo de adoção é mais estruturado, transparente e voltado, acima de tudo, ao melhor interesse da criança e do adolescente. Há uma preparação maior das famílias, acompanhamento técnico e mecanismos que buscam reduzir o tempo de permanência de crianças em acolhimento institucional, sempre preservando seus direitos”, explica.

Aparecido aproveita este Dia dos Pais para deixar uma mensagem a todos os pais: “Aos pais biológicos, que valorizem o privilégio de acompanhar o crescimento dos seus filhos com amor, presença e responsabilidade. E aos pais de coração, que nunca duvidem da força do amor que escolheram oferecer. A verdadeira paternidade não é definida pelo sangue, mas pela presença, pelo cuidado, pelo exemplo e pelo compromisso de estar ao lado do filho em todos os momentos da vida. É esse amor que transforma histórias, fortalece famílias e constrói seres humanos melhores”, declara.

Érica, por sua vez, afirma: “Adoção não é sobre preencher um vazio, mas sobre transbordar o amor, porque é isso que eu sinto”.

Celly Silva

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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