Tá frio lá?

Vereador de Sinop debocha de jornalista com distúrbio neurológico após crítica por votação

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O vereador Marcos Vinícios Borges (PSDB) debochou do distúrbio de um jornalista que criticou os posicionamentos confusos dele durante as discussões na apreciação de um projeto de lei que proibia a contratação de condenados por crimes eleitorais no serviço público municipal de Sinop.

O parlamentar foi até a página do jornalista em uma rede social e comentou no vídeo com a crítica os seguintes questionamentos: “Tá frio lá? Pq ele está tremendo?”. As perguntas, que podem parecer inocentes ou inofensivas, estavam se referindo ao distúrbio de tremor essencial, um distúrbio neurológico crônico, que provoca movimentos involuntários, no caso dele, com a cabeça.

“Eu fiquei surpreso, por que ele fez um comentário preconceituoso, que na verdade mostra o quanto ele é imaturo para a vida pública”, ponderou o jornalista Leandro Nascimento, reforçando que registrou um boletim de ocorrência para que o caso seja investigado pela Polícia Civil e comunicou a Câmara de Vereadores de Sinop, a OAB e o diretório do PSDB. Vale ressaltar que Leandro Nascimento foi filiado ao PSDB e trabalhou em campanhas importantes do partido na capital do Nortão e em pleitos estaduais.

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O vereador, que ficou conhecido pela ostentação nas redes sociais, tentou usar o distúrbio clínico para desacreditar as críticas, tentando ridicularizar o profissional, justamente no “Setembro Amarelo”, que é um mês de reflexão e conscientização quanto a necessidade de atenção a saúde mental e as condições neurológicas. “Fiquei triste de ver uma figura pública tratando o meu caso, que é neurológico com deboche, com desdenho”, comentou Nascimento.

O vereador, ainda não se posicionou sobre o comentário, apenas apagou a postagem da rede social.

Fonte: Política

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MATO GROSSO

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

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Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

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“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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