MATO GROSSO

Vice-governador anuncia R$ 40 milhões para construção de creches e assina editais para alfabetização em MT

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O vice-governador Otaviano Pivetta anunciou a liberação de R$ 40 milhões para a construção de creches em Mato Grosso. O investimento faz parte de uma parceria entre o Governo do Estado, o Tribunal de Contas (TCE) e a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). O anúncio foi feito nesta terça-feira (25.3), durante o 1º Fórum de Prefeitos pela Educação, realizado no Teatro Zulmira Canavarros, na Assembleia Legislativa.

A iniciativa complementa os R$ 20 milhões já autorizados no ano anterior pelo programa Alfabetiza MT, beneficiando diretamente cerca de 14 mil crianças que aguardam vagas.

Na ocasião, Otaviano Pivetta também assinou editais que incentivam a alfabetização, reforçando a importância da união entre Estado e municípios para melhorar o ensino.

“A educação é uma obra de muitas mãos. Precisamos trabalhar juntos para garantir que nossas crianças tenham ensino de qualidade desde os primeiros anos”, afirmou o vice-governador.

Entre os editais assinados está o do programa Mais MT Muxirum, que amplia a alfabetização de jovens e adultos, e o Prefeito Alfabetizador, que premiará os gestores municipais que atingirem as metas de alfabetização até o segundo ano do ensino fundamental.

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“Estamos criando valor na nossa educação e já conseguimos melhorar nossos índices. Nosso objetivo é estar entre as cinco melhores educações do país”, concluiu Otaviano Pivetta.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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