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Visita guiada na Arena Pantanal contribui para estudo sobre desenvolvimento turístico em MT

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Os bastidores e as potencialidades da Arena Pantanal, em Cuiabá, foram apresentados, nesta quinta-feira (21.5), a profissionais do núcleo de Tecnologia, Inovação e Estudos do Sebrae/MT. Guiados pela equipe da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), o grupo, que é formado por 31 representantes de diversas cidades, conheceu o espaço multiuso com o olhar estratégico para as oportunidades ao desenvolvimento turístico.

Mesmo já tendo frequentado a Arena Pantanal para assistir jogos, a representante do Sebrae em Rondonópolis, Jaqueline Barros, afirma que conhecer os espaços exclusivos e a estrutura de um estádio de grande porte é uma experiência inédita e enriquecedora.

“É um momento de descontração e de conhecer, entender um pouquinho de como é feito, porque é importante conhecer a estrutura de um estádio, que pode ser utilizado para várias atividades além de jogos. Achei tudo muito legal, uma experiência que permite que as pessoas conheçam o local além do evento esportivo em si”, destaca Jaqueline.

Durante cerca de uma hora, o grupo realizou uma imersão pelo estádio, que foi construído para a Copa do Mundo de 2014 e, hoje, é o principal palco de eventos e de futebol em Mato Grosso. O percurso é guiado por mediadoras da Secel, que apresentam curiosidades e histórias do local.

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Além da arquibancada, camarotes, tribuna de honra, sala de coletiva de imprensa, a visita guiada incluiu áreas restritas a jogadores, como vestiários, o túnel de entrada para o campo e o banco de reservas.

A vivência oportunizou também que os visitantes participassem do desafio “chute a gol”. Em estrutura montada no túnel de entrada dos jogadores, candidatos a goleadores puderam praticar a pontaria e experimentar ser um goleador ou goleadora na Arena Pantanal.

Ao final da experiência, foi a vez de conhecer o banco de reserva dos jogadores e o gramado que já foi o tapete para grandes nomes do futebol nacional e mundial, como Arrascaeta, Messi, James Rodrigues, Neymar e Vinícius Jr.

Participaram da visita guiada representantes do Sebrae nas cidades de Sinop, Sorriso, Cáceres, Nova Mutum, Rondonópolis, Barra do Garças, Tangará da Serra, Primavera do Leste e Alta Floresta.

Como participar da visita guiada na Arena Pantanal

Oferecida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a visitação é gratuita e pode ser agendada para as terças ou quintas-feiras, nos horários das 9h e 15h. O agendamento é feito pelo site www.secel.mt.gov.br/visita-guiada-arena-pantanal.

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O agendamento é direcionado para até 20 pessoas em cada horário de atendimento, por solicitação individual ou em grupo. Para visitas de grupos com mais de 20 pessoas, o solicitante deverá entrar em contato pelo telefone 65 98174-0046 ou por e-mail ([email protected]).

No caso de agendamento para grupo escolar é necessário o preenchimento da Ficha de Autorização Individual disponível para download no site da Secel. O documento deve ser assinado pelo responsável de cada aluno e pelo professor responsável pela turma.

Pessoas com deficiência (PcD) devem informar, no momento da inscrição, suas necessidades específicas para que o roteiro seja adaptado e garanta acessibilidade e inclusão.

O passeio começa na entrada principal de torcedores em dias de jogos, no portão B, que fica na área externa do setor Oeste da Arena Pantanal.

Fonte: Governo MT – MT

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Estudantes aprendem Química na prática com extração de óleo essencial em laboratório

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Estudantes do Ensino Médio da Escola Estadual em Tempo Integral Francisco Ferreira Mendes, em Cuiabá, trocaram o quadro e o caderno pela experiência prática no laboratório durante uma aula de Química realizada nesta quinta-feira (21.5), e aprenderam como extrair óleo essencial de capim-cidreira pelo processo de destilação.

Antes da etapa experimental, a turma já tinha trabalhado o conteúdo em sala de aula, com discussões sobre fragrâncias, essências, compostos químicos e processos relacionados à fabricação de perfumes. No laboratório, os estudantes acompanharam a formação de vapores, a condensação e a separação dos componentes até a obtenção do óleo essencial.

A partir daí, o conteúdo deixou de ficar restrito ao material estruturado. Com amostras de capim-cidreira, os estudantes observaram a formação de vapores, a condensação, a separação de componentes e a obtenção do óleo essencial. Conceitos como volatilidade, propriedades físico-químicas e separação de misturas passaram a ser vistos em movimento, diante dos próprios olhos.

Durante a prática, os alunos também foram provocados a levantar hipóteses, fazer perguntas e comparar o que havia sido estudado em sala com o comportamento das substâncias no experimento.

A cada etapa, o professor retomava os conceitos da química orgânica e relacionava o procedimento a situações presentes na vida cotidiana, como a produção de cosméticos, perfumes, alimentos e produtos de limpeza.

Segundo o professor de Química, Luiz Felipe Almeida, a aula foi planejada para mostrar que a ciência não está distante da rotina dos estudantes e pode ser compreendida de forma mais concreta quando passa pela experiência.

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“Na Escola de Tempo Integral, atividades como essa fazem parte de uma rotina pedagógica em que o estudante deixa de ser apenas ouvinte. No laboratório, ele observa, testa, erra, refaz perguntas e participa da construção do conhecimento. A Química, naquele momento, ganhou cheiro, temperatura, ruído e sentido”, explica o professor.

Para o estudante Daniel Henrique, do 3º ano, o uso do laboratório mudou a forma como a turma passou a enxergar a disciplina.

“Quando a gente fica só na explicação, muitas vezes entende a teoria, mas não consegue imaginar como aquilo acontece de verdade. No laboratório, a gente vê o processo. A aula fica mais interessante, mais interativa, e isso ajuda muito na aprendizagem. Passamos a assimilar os conteúdos de uma forma mais dinâmica e moderna. Isso motiva a turma”, afirmou.

A estudante Sofia Carnaiba Sempio, do 2º ano, disse que a prática tornou a aula mais próxima da realidade dos alunos. Para ela, participar do experimento ajudou a fixar conteúdos que, em sala, pareciam mais abstratos.

“Antes, a aula era mais de escutar, anotar e conversar com o professor. Agora a gente consegue ver, praticar e testar os resultados. Isso faz diferença, porque a gente entende melhor quando participa. Ver o óleo sendo extraído e perceber cada etapa do processo foi muito importante”, contou Sofia.

“A gente percebe que a Química está em coisas simples, como o cheiro de uma planta ou a produção de um perfume. Quando a aula vem para o laboratório, fica mais divertida e mais fácil de entender. Dá vontade de participar mais, perguntar mais e descobrir como as coisas funcionam”, destacou o estudante Victor Miguel, do 3º ano.

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Para ele, a atividade também ajudou a quebrar a ideia de que Química é uma disciplina difícil ou distante.

O professor acrescenta que o principal resultado já aparece no envolvimento dos estudantes e no desempenho nas aulas de Práticas Experimentais. Segundo ele, a experiência no laboratório ajuda a consolidar aquilo que foi trabalhado na teoria.

“Trazer o conteúdo teórico para a prática muda a relação do estudante com a disciplina. Ele deixa de apenas ouvir sobre destilação e passa a ver como ela acontece. Sem um laboratório estruturado, esse tipo de aprendizagem ficaria limitado à explicação no quadro ou ao livro”, completa.

Para ele, no laboratório o aluno observa a transformação, acompanha a separação das substâncias e entende por que cada etapa é necessária. Isso melhora, na avaliação do professor, o domínio do conteúdo, aumenta a participação e também reflete nas provas.

“Quando o aluno entra no laboratório, ele precisa observar com atenção, registrar, comparar e tirar conclusões. Esse movimento é muito importante. A ciência nasce também da curiosidade e da dúvida. Quando conseguimos despertar isso, a aula deixa uma marca diferente”, concluiu Luiz Felipe.

Fonte: Governo MT – MT

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