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Gaeco cumpre 3 ordens judiciais contra organização criminosa em Sinop

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, cumpriu nesta segunda-feira (08/12) a terceira fase da Operação Boca Vermelha.O objetivo da operação é desarticular e descapitalizar uma organização criminosa que atua em Sinop e região. A decisão foi autorizada pela 5ª Vara Criminal de Sinop, após representação do Gaeco/Sinop. A justiça determinou o cumprimento de três ordens judiciais, incluindo mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e pessoal, além de ordens de sequestro de valores e bens.As investigações apontaram atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de drogas, todas vinculadas à facção criminosa Comando Vermelho. O Gaeco identificou que uma das investigadas exercia função central dentro da estrutura criminosa, sendo responsável pelo recolhimento de valores provenientes do tráfico e de crimes praticados pelo grupo e repassava as quantias à liderança da facção.Nesta fase, a operação contou com o apoio da Polícia Militar, por meio do 3º Comando Regional e da 26ª CIPM de Força Tática.Denúncias relacionadas a facções criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos seguintes canais: Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso (127), Polícia Militar (190) ou Polícia Civil (197).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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