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MPMT apoia ações que desarticulam garimpos ilegais em Colniza

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Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental desarticularam, esta semana, três garimpos irregulares na região de Colniza (1.058 km de Cuiabá). As ações contaram com apoio material e logístico do Ministério Público de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da comarca. Na terça-feira (24), durante os trabalhos na área rural do município, os policiais militares localizaram quatro motores utilizados na extração ilegal de minérios (posteriormente inutilizados) além de acampamentos improvisados e uma escavadeira hidráulica empregada no funcionamento do garimpo. Ao perceberem a aproximação das equipes, os suspeitos fugiram pela mata e ainda não foram localizados.A área havia sido identificada previamente pelos setores de inteligência da Polícia Militar, que constataram intenso desmatamento para abertura e expansão da atividade clandestina. Com as informações levantadas, foi reforçado o policiamento tático e ostensivo no local, integrando os esforços da Operação Amazônia, que atua de forma contínua na repressão a ilícitos ambientais em Mato Grosso.Segundo o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, o apoio do Ministério Público às forças de segurança é fundamental. “O garimpo clandestino é uma das principais causas de degradação ambiental em Colniza e municípios vizinhos. O Ministério Público tem atuado de forma integrada com a Polícia Militar com o objetivo de proteger o patrimônio ambiental e impedir que atividades ilícitas avancem sobre a floresta e os cursos d’água da região”, afirmou.

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(Com informações da PMMT)
Fotos: PMMT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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