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MPMT recebe acadêmicos de Direito de três instituições de ensino

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Na próxima segunda-feira (9), o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) receberá a visita de estudantes do curso de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Uniasselvi e da União das Faculdades Católicas (Unifacc) de Cuiabá. A atividade integra mais uma edição do projeto “Ministério Público sem Mistério”, que será realizada a partir das 10h, no auditório da Sede das Promotorias de Justiça da capital.Promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, a iniciativa tem como objetivo estreitar os laços entre o Ministério Público e a comunidade acadêmica, além de contribuir para a disseminação do papel constitucional da instituição na defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos sociais e individuais indisponíveis.Os acadêmicos serão recepcionados pelo coordenador da Escola Institucional, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade. O evento contará com palestras do procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente; da subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert; do coordenador-geral do Centro de Apoio Operacional às Promotorias (Caop), Caio Márcio Loureiro; e da promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, que atua como auxiliar no gabinete do procurador-geral de Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Executor de advogado é condenado 33 anos de reclusão em Cuiabá

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Alex Roberto de Queiroz Silva foi condenado, na quarta-feira (15), a 33 anos e 10 meses de reclusão, além de oito meses de detenção, em regime inicial fechado, pelo homicídio triplamente qualificado do advogado Renato Nery, ocorrido em Cuiabá, bem como pelos crimes de fraude processual qualificada e integração de organização criminosa. Durante o julgamento pelo Tribunal do Júri, o réu confessou a autoria do homicídio, mas negou ter integrado organização criminosa.O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues e reconheceu que o homicídio foi praticado mediante promessa de recompensa, com emprego de meio que resultou perigo comum e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.Alex Roberto de Queiroz Silva foi o primeiro dos seis denunciados a ser submetido a julgamento pela morte do advogado, ocorrida em julho de 2024. Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), ele atuou como executor do homicídio, efetuando os disparos contra Renato Nery em frente ao escritório da vítima, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. O crime teria sido cometido sob a coordenação do policial militar Heron Teixeira Pena Vieira, também denunciado pelo Ministério Público.As investigações conduzidas pelo Núcleo de Defesa da Vida apontaram que o assassinato foi precedido pelo monitoramento da rotina da vítima e por um planejamento prévio. Segundo o MPMT, a execução ocorreu em razão de uma disputa judicial em que Renato Nery havia obtido decisão favorável no litígio, circunstância apontada como motivação para o crime.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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