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MPMT recebe mostra fotográfica de vítimas de feminicídio

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) receberá a 1ª Mostra Fotográfica das Vítimas de Feminicídio de Cuiabá. A solenidade de abertura será nesta quinta-feira (21), às 14h30, na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá. A exposição itinerante é promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, em parceria com a Virada Feminina Nacional, e conta com apoio do MPMT.

Com o tema “Feminicídio – um crime contra a equidade”, a mostra reúne 12 painéis que retratam histórias de mães, filhas, amigas e esposas que perderam suas vidas de forma trágica, vítimas de seus próprios parceiros. A exposição apresenta 11 fotografias que documentam casos de feminicídio registrados na capital mato-grossense e dedica um painel especial à memória de Eliza Samudio, cujo assassinato teve repercussão nacional.

O objetivo da iniciativa é sensibilizar a sociedade sobre a gravidade do feminicídio e fomentar a conscientização acerca da equidade entre homens e mulheres como forma de superar preconceitos, discriminação e a violência de gênero. O Ministério Público, por meio de seu Núcleo de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e Gênero Feminino, reforça o compromisso com a causa apoiando a exposição como parte de uma estratégia de mobilização social.

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A mostra já foi visitada por mais de 15 mil pessoas ao longo de 66 dias, tornando-se uma das principais iniciativas de conscientização.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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