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PGJ prestigia posse de procurador-geral de Justiça do Pará

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O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Rodrigo Fonseca Costa, prestigiou a sessão solene de posse de Alexandre Tourinho como novo procurador-geral de Justiça do Estado do Pará (MPPA), na segunda-feira (14), no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, em Belém (PA). A solenidade reuniu autoridades, membros do MPPA, procuradores-gerais de Justiça de vários estados da federação, representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de membros da sociedade civil e convidados.“É com grande satisfação que parabenizo o doutor Alexandre Tourinho por sua posse como Procurador-Geral de Justiça do Estado do Pará. Sua trajetória marcada pela dedicação, integridade e compromisso com a justiça é motivo de admiração e inspiração para todos nós. Tenho plena confiança de que sua liderança contribuirá significativamente para o fortalecimento do Ministério Público do Pará e para a promoção dos direitos e interesses da sociedade paraense. Desejo-lhe pleno êxito nesta nova e importante missão”, felicitou Rodrigo Fonseca Costa.Alexandre Tourinho assume a chefia do MPPA para o biênio 2025-2027, após ter sido o mais votado na eleição interna, com 298 votos, em 2 de dezembro de 2024. A nomeação foi oficializada pelo governador Helder Barbalho no dia 12 de dezembro, após a formação da lista tríplice. A posse ocorreu em sessão solene do Colégio de Procuradores de Justiça (CPJ).“Assumo esta missão com humildade, mas com a alma em chamas, porque estamos diante de um tempo histórico. Um tempo que exige não apenas gestores — mas líderes comprometidos. Não apenas promotores da lei — mas protetores da vida, da dignidade, da floresta, do povo”, afirmou Alexandre Tourinho no discurso de posse. O novo PGJ também enfatizou o papel institucional do MP na sociedade paraense. “O Ministério Público não é poder, mas é força. Não é governo, mas é garantidor. Não é oposição, mas é fiscal da democracia”, destacou, reforçando o compromisso da instituição com os valores constitucionais e sociais.Foto: MPPA.(Com informações do MPPA)

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT investiga contratações temporárias na Educação

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A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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