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Promotora de Justiça de MT coordenará subcomissão nacional de Cuidados

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A promotora de Justiça Itâmara Guimarães Rosário Pinheiro, de Tangará da Serra (a 239 km de Cuiabá), foi escolhida para coordenar a Subcomissão sobre “Política Nacional de Cuidados – Lei 15.069/2024”, criada na terça-feira (20), durante a primeira reunião ordinária da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Pessoa Idosa (COPEDPDPI), do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH). Além da representante do Ministério Público de Mato Grosso, integrarão a comissão as promotoras de Justiça Mariana Dias (MPPR), Helena Brasileira (MPDFT), Elisa Macedo (MPRJ), Erika Matosinhos (MPMG) e Irene Cardoso (MPPE).A 1ª reunião ordinária do GNDH em 2025 foi realizada virtualmente nos dias 19 e 20 de maio. Além da criação da subcomissão coordenada pelo MPMT, foi deliberada a criação de outras cinco subcomissões: “Aperfeiçoamento do Formulário sobre Fiscalização em ILPIs para o CNMP”, “PL 1584/2025 – que dispõe sobre a criação do Código Brasileiro de Inclusão”, “Acompanhamento do Projeto-Piloto de Implantação da Avaliação Biopsicossocial Unificada”, “Acompanhamento da Reforma do Código Civil” e “A Situação dos Direitos das Pessoas com Deficiência nas Américas”.Itâmara Pinheiro também integrará a subcomissão “Aperfeiçoamento do Formulário sobre Fiscalização em ILPIs para o CNMP”. Já a promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, de Cuiabá, irá compor a subcomissão “A Situação dos Direitos das Pessoas com Deficiência nas Américas”.Durante a reunião, a comissão do GNDH também votou pela reformulação da Subcomissão de “Residências Inclusivas”, que teve seu objeto ampliado e passou a ser denominada “Proposta de Formulário-Padrão de Fiscalização em Residências Inclusivas para o CNMP”. Por fim, deliberou-se pela manutenção das subcomissões “Família Acolhedora”, “Serviço Socioassistencial de Proteção Social Básica no Domicílio para Pessoas com Deficiência e Pessoas Idosas” e “Residências Inclusivas”, e pela extinção das subcomissões “Internações em Clínicas Psiquiátricas Privadas” e “Limites, Objetivos e Subjetivos da Curatela sob o Enfoque da Convenção de Direitos da Pessoa com Deficiência”.Grupo Nacional de Direitos Humanos – O GNDH é um órgão do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG), que tem por finalidade promover, proteger e defender os direitos fundamentais dos cidadãos. O grupo é composto por representantes dos Ministérios Públicos dos Estados e da União. Integram o GNDH sete comissões permanentes, responsáveis pela discussão de questões práticas e teóricas, bem como pelo intercâmbio de experiências.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Casal é condenado a 14 anos de reclusão por homicídio em Cuiabá 

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, na quinta-feira (2), Carolyne Beatriz da Silva e Roneclei José Mendes a 14 anos de reclusão cada um, pelo homicídio qualificado de Wesley Pinho Nardes. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e reconheceu que o crime foi cometido por motivo torpe e mediante dissimulação e emboscada. Atuou em plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins. Conforme a sentença, a pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri também determinou a execução imediata da pena e a expedição dos mandados de prisão dos condenados. De acordo com a denúncia do MPMT, o crime aconteceu em novembro de 2020, nas proximidades da BR-364, no Distrito Industrial, em Cuiabá. As investigações apontaram que os denunciados agiram de forma premeditada e utilizaram arma de fogo para matar a vítima. Segundo apurado, Carolyne manteve um relacionamento amoroso conturbado com Wesley. Após retomar a convivência com Roneclei, pai de seus dois filhos, o casal passou a arquitetar a morte da vítima, motivado por sentimentos de vingança decorrentes dos conflitos existentes entre Carolyne e o ex-companheiro.Conforme a denúncia, Carolyne entrou em contato com Wesley e o convenceu a encontrá-la, simulando uma reaproximação. Em seguida, conduziu a vítima de motocicleta até um local ermo às margens da rodovia, onde Roneclei já aguardava. No local, Wesley foi surpreendido pela emboscada e atingido por disparos de arma de fogo, morrendo em decorrência dos ferimentos. O corpo foi encontrado dois dias depois, às margens da BR-364.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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