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Protocolo Lixo Zero será implantado na Sede das Promotorias de Cuiabá

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) dará mais um passo decisivo rumo ao fortalecimento da sustentabilidade institucional. Na próxima sexta-feira (30), às 16h, no auditório da sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, será lançada a etapa cultural do Protocolo Lixo Zero na unidade, que já recebeu toda a adequação necessária para a implementação das práticas de destinação correta de resíduos.A expansão ocorre após o projeto-piloto realizado na Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que, em dezembro de 2025, conquistou o Selo Lixo Zero, certificação inédita no Ministério Público brasileiro. Na PGJ, o MPMT alcançou um desvio de 63% dos resíduos do aterro sanitário, indicador que supera o mínimo exigido de 50% pelo Instituto Lixo Zero Brasil. Com os residuários instalados e a estrutura da sede das Promotorias de Cuiabá preparada, esta nova fase marca o início do engajamento cultural da unidade, etapa essencial para consolidar novos hábitos, disseminar conhecimento e fortalecer a corresponsabilidade ambiental entre membros, servidores, residentes, estagiários e colaboradores. Assim como ocorreu na PGJ, o processo envolverá monitoramento, campanhas educativas, orientações sobre uso dos residuários e ações alinhadas aos cinco indicadores avaliados pelo Instituto Lixo Zero Brasil: redução e reuso, educação e conscientização, reciclagem, compostagem e ações sociais.Próximos passos – Após a implementação na sede das Promotorias de Cuiabá, o projeto será levado à sede das Promotorias de Justiça de Várzea Grande, dando continuidade ao cronograma de expansão.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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