Policiais militares do 6º Batalhão prenderam um homem faccionado, de 41 anos, com mandado de prisão em aberto, no final da noite deste domingo (16.11), em Cáceres. O suspeito estava sendo procurado pela Justiça do Estado de São Paulo pelo crime de tráfico de drogas.
O criminoso foi localizado no bairro Vila Nova, durante trabalho de rondas e abordagens da equipe do 6º BPM. O homem foi abordado pelos policiais e, em revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado com ele.
Já durante checagens a nomes e documentos do homem, foi identificada a presença de um mandado de prisão em aberto, expedido pelo Departamento de Execuções Criminais de Bauru-SP, pelo crime de tráfico de drogas. Além disso, outras passagens policiais por outros crimes foram contatadas.
Diante da situação, o homem foi informado sobre os fatos e recebeu voz de prisão, sendo conduzido para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quarta-feira (24.6), seis mandados de busca e apreensão domiciliar em apoio a uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Paraná que investiga um grupo de estelionatários. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Rondonópolis e Jangada.
Os mandados, decretados pelo Poder Judiciário do Estado do Paraná, foram cumpridos pelas equipes da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, de forma simultânea, nos endereços-alvo situados nas três cidades mato-grossenses.
As investigações da Delegacia de Estelionato de Curitiba (PR) seguem avançando sobre uma quadrilha especializada no chamado “golpe do falso exame”, aplicado contra familiares de pacientes de hospitais.
No golpe, os criminosos entram em contato com familiares logo após a realização de exames ou procedimentos médicos, utilizando informações reais dos pacientes para dar credibilidade à fraude. Durante a ligação, eles alegam a necessidade de pagamento urgente de valores para liberação de exames, medicamentos ou procedimentos, induzindo as vítimas a realizarem transferências bancárias.
A Polícia Civil do Paraná identificou uma rede estruturada, com integrantes responsáveis por receber os valores das vítimas e outros encarregados de movimentar e pulverizar o dinheiro entre diversas contas, na tentativa de dificultar o rastreamento. A análise financeira revelou uma movimentação de centenas de milhares de reais vinculada ao grupo criminoso.
Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil do Paraná requereu medidas cautelares contra os envolvidos, buscando interromper a atuação da quadrilha e identificar todos os participantes do esquema.
As investigações continuam para apurar novas vítimas e a origem do vazamento das informações utilizadas pelos criminosos.
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