Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam dois homens, de 19 e 30 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta terça-feira (25.11), em Várzea Grande. Com os suspeitos, foram apreendidas 91 porções de maconha e pasta base, além de uma quantia de R$491 em dinheiro.
Durante patrulhamento tático, a equipe recebeu denúncia de populares de que estavam sendo intimidados por membros de uma facção, comercializando drogas na região do bairro Mapim. Os policiais realizaram monitoramento no local indicado e flagraram um homem que tentou fugir para o interior de uma residência ao ver os militares.
Ao ser abordado, foram localizadas duas porções de maconha. Questionado sobre a droga, ele confirmou ser de sua propriedade e confessou ser membro de uma facção. Em buscas no local, a equipe encontrou mais nove porções de maconha.
Ainda em relato à PM, o homem ressaltou que entregou uma quantidade de entorpecentes para um segundo suspeito e indicou o endereço, no mesmo bairro. Os policiais se deslocaram para o local e visualizaram dois homens, em frente a uma residência, que fugiram saltando pelo muro.
A equipe entrou no imóvel e localizou um outro homem embalando uma quantidade de drogas. Na abordagem, os policiais encontraram com o suspeito mais 24 porções de maconha e 52 porções de pasta base, e uma quantia em dinheiro, além do material de preparo.
De acordo com o relato aos policiais, o suspeito confessou que recebeu a quantidade de drogas de outro membro da facção criminosa e que ambos são responsáveis pela comercialização das substâncias no bairro. Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 180 ou para emergência 190.
A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.
Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.
Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.
Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.
Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.
A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.
As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.
Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.
O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.
“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.
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