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Homem que ateou fogo na casa de ex-companheira em Rondônia é preso pela Polícia Civil em Várzea Grande

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Um homem foragido da Justiça, por atear fogo na residência em que morava com a ex-companheira, teve o mandado de prisão cumprido, nesta quarta-feira (11.6), em ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e Rondônia.

O procurado, de 44 anos, estava com mandado de prisão decretado pela Justiça de Rondônia e foi preso após troca de informações entre a equipe da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (DEDM-RO) e policiais da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) de Mato Grosso.

O autor de violência doméstica teve a ordem de prisão decretada após atear fogo na casa em que vivia com a ex-companheira, por não aceitar o fim do relacionamento. Após o crime, o suspeito fugiu e desde então era considerado foragido.

Após levantamento de informações de que ele estava em Mato Grosso, os policiais de Rondônia entraram em contato com a equipe de investigadores da Polinter, que realizou diligências conseguindo localizar e prender o procurado na região do bairro Construmat, em Várzea Grande.

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Depois de ter a ordem de prisão cumprida, o preso foi encaminhado à Polinter para as providências cabíveis, sendo posteriormente conduzido à audiência de custódia em Cuiabá, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra faccionados que comandavam crimes no Xingu a partir de Cuiabá

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A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso deflagrou na tarde de quarta-feira, (17.6). a Operação Comando Oculto, para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo, ligado a uma facção criminosa, responsável por comandar o tráfico de drogas, cobranças ilícitas, crimes violentos e lavagem de dinheiro na região de Santa Cruz do Xingu e municípios vizinhos.

Na operação foram cumpridas oito ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva em desfavor do casal investigado, três mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Santa Cruz do Xingu, além de três medidas de afastamento de sigilo bancário, abrangendo os investigados e a empresa constituída por eles.

Os mandados foram expedidos com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Santa Cruz do Xingu. O cumprimento das ordens judiciais contou com apoio das equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá,

Investigação e atuação à distância

As investigações iniciaram a partir da análise de materiais apreendidos em operações anteriores em Santa Cruz do Xingu e região. Os elementos obtidos permitiram identificar que o principal responsável por ordenar as ações da facção criminosa atuava à distância, residindo na cidade de Cuiabá, de onde exercia o comando das atividades criminosas por meio de aplicativos de mensagens e chamadas telefônicas.

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Segundo apurado, o investigado utilizava sua posição hierárquica dentro da facção criminosa para determinar a distribuição de entorpecentes, impor funções aos integrantes do grupo, ordenar cobranças de taxas ilícitas e autorizar a aplicação de punições internas, conhecidas como “salves”, valendo-se da intimidação e da extrema violência para manter o controle sobre os membros da organização.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que os valores provenientes da comercialização de drogas na região de Santa Cruz do Xingu e São José do Xingu eram transferidos para contas bancárias vinculadas à esposa do líder criminoso. Com a finalidade de ocultar e dissimular a origem ilícita desses recursos, o casal teria constituído recentemente uma loja de roupas na capital mato-grossense, a qual passou a ser utilizada, em tese, como instrumento para movimentação e lavagem de capitais oriundos do tráfico de drogas.

Segundo o delegado de Santa Cruz do Xingu, Onias Estevam, as investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos e dos dados bancários obtidos judicialmente. “O avanço das investigações tem o objetivo de identificar outros integrantes do grupo criminoso, bem como aprofundar a apuração dos crimes praticados pela facção”, disse o delegado.

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Comando Oculto

O nome da operação faz referência à forma de atuação da liderança criminosa investigada, que exercia o comando da organização à distância, sem participar diretamente da execução material dos crimes, mas determinando e coordenando as ações dos integrantes responsáveis pela prática do tráfico de drogas, cobranças ilícitas e atos de violência na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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