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Mulher é presa pela Polícia Civil por tráfico de drogas

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Uma equipe da Polícia Civil de Santa Cruz do Xingú (a 1.083,8 km de Cuiabá), em diligências pela região do bairro Vila União, efetivou a prisão de uma mulher, suspeita por tráfico de drogas.

A prisão foi realizada nessa quarta-feira (26.3), após denúncias de que a jovem, de 34 anos de idade, estaria comercializando entorpecentes na região. Diante das informações, foram iniciados os trabalhos investigativos com o propósito de levantar indícios de autoria e materialidade das denúncias.

Ao chegar ao local apontado pela denúncia, a equipe policial encontrou a pessoa apontada como a comerciante de drogas. No mesmo momento, foi observado que uma usuária de drogas havia acabado de adquirir entorpecentes.

Ao perceberem a presença da viatura, as duas se deslocaram para rumos diferentes, quando foi solicitada a parada para a checagem de ambas. A suspeita tentou correr e entrar em uma residência.

Durante a abordagem e revista, foi encontrado uma quantia de R$ 100,00 (cem reais) em notas de pequeno valor com a suspeita. Em seguida, a equipe a acompanhou até sua residência, onde foram encontrados 28 porções de substância análoga à cocaína e uma porção maior de substância análoga à crack, além R$ 972,40 (novecentos e setenta e dois reais e quarenta centavos), em dinheiro.

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Também foram encontrados outros objetos, como um rastreador veicular, um caderno com algumas anotações de nomes de pessoas e valores, além de vários preservativos, que indicavam ser utilizados para embalar as porções de drogas.

Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida até a delegacia para as devidas providências legais cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação “My Love” para investigar vínculo de facções criminosas com desaparecimento de jovem

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (05.05), a Operação “My Love”, com foco no aprofundamento de investigações relacionadas ao desaparecimento de uma jovem ocorrido no final de 2025.

A ação é resultado de um trabalho investigativo contínuo da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, iniciado após o registro do desaparecimento de Karen Anelita Ferreira da Silva, de 25 anos, ocorrido em 09 de dezembro de 2025.

À época, o pai da vítima procurou a DHPP informando que a filha havia saído para trabalhar e não retornado para casa. A partir disso, foram empregadas diversas técnicas investigativas, incluindo análise de imagens, diligências de campo, campanas e levantamentos de inteligência, que subsidiaram a representação por medidas cautelares junto ao Poder Judiciário.

No curso das investigações, foi possível identificar indícios de que a vítima mantinha vínculo com a facção criminosa dominante na cidade e buscava mulheres para levar entorpecentes para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande.

As apurações também apontam que o desaparecimento da jovem podia estar relacionado a conflitos internos envolvendo a atividade criminosa, especialmente desentendimentos com outras mulheres que faziam a mesma coisa.

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O nome da operação, “My Love”, faz alusão a esse contexto, no qual mulheres de reeducandos estariam sendo cooptadas para a prática delituosa de ingresso de drogas no sistema prisional.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis, as equipes policiais apreenderam porções de drogas como maconha e ecstasy, além de materiais utilizados no tráfico de entorpecentes e diversos dispositivos eletrônicos que teriam como destino o interior da unidade prisional.

Duas mulheres, de 31 e 35 anos, foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Uma delas também teve cumprido mandado de prisão temporária. Após os procedimentos legais, as investigadas foram encaminhadas à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, identificar outros envolvidos e responsabilizar todos os autores. O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias.

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Pharus

A Operação My Love integra a Operação Pharus, estratégia institucional voltada ao enfrentamento qualificado das facções criminosas e à desarticulação de suas atividades ilícitas, especialmente no que tange ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro, no âmbito do programa Tolerância Zero.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

As atividades também estão inseridas no cronograma das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim), que reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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