Uma operação Integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Militar e a Polícia Federal, com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), apreendeu nesta terça-feira (7.4) cerca de 450 quilos de pasta base de cocaína na zona rural de Gaúcha do Norte (a 595 km de Cuiabá).
A apreensão causou um prejuízo de R$ 12,5 milhões às facções criminosas.
Além da droga, foi apreendido um avião de pequeno porte, que estava sendo utilizado para o transporte do entorpecente. Quatro pessoas, de 34, 39, 56 e 66 anos, sendo três brasileiro e um estrangeiro, suspeitos de dar apoio ao transporte dos entorpecentes foram presos.
Após receber informações da Polícia Federal sobre uma aeronave que teria pousado em uma pista clandestina para reabastecimento em uma propriedade rural, em Gaúcha do Norte, equipe do Gefron e Polícia Militar chegaram até o local antes da decolagem e impedindo o voo.
O coordenador-adjunto do Gefron, tenente coronel PM Airton Feitosa destacou os resultados alcançados pelas forças de segurança durante a integração de forças de segurança estaduais e federais.
“Essa apreensão demonstra o quanto a integração entre as forças de segurança é necessária e o quanto isso tem surtido muito efeito no estado de Mato Grosso”, afirmou o coronel.
A droga, a aeronave e os presos foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal em Cuiabá, onde permanecem à disposição da Justiça.
O delegado da Polícia Federal, Daniel Pereira, detalhou que os presos serão interrogados, o procedimento é formalizado e encaminhado pela Justiça Federal para encerramento dos autos de prisão flagrante.
A operação também contou com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (Ficco) e Polícia Militar do estado do Amazonas.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24.4), a Operação Cromia Inversa, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão em endereços residenciais, comerciais e rurais em Rondonópolis possivelmente vinculados a uma rede criminosa voltada ao desmonte, ocultação e adulteração de veículos, cavalos tratores e semirreboques.
A investigação teve início a partir de denúncias que apontavam a existência de locais utilizados para o armazenamento de veículos de carga pesada com sinais de irregularidades.
A partir de apurações em campo e levantamentos de inteligência, as equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis reuniram elementos que indicam a prática dos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
Com base nos indícios colhidos, a autoridade policial representou pelas medidas cautelares cabíveis, sendo os mandados expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas simultaneamente em três pontos do município de Rondonópolis: um estabelecimento comercial do tipo lava-jato, localizado no bairro Vila Rica, uma propriedade rural às margens da BR-364, e uma residência no bairro João Moraes.
No contexto investigativo, a denominação “Cromia Inversa” faz referência a uma técnica identificada durante as apurações, caracterizada pela alteração proposital de cores, pinturas e padrões visuais dos veículos, com o intuito de dificultar a identificação e dissimular a procedência ilícita dos bens e aindae viabilizar a reinserção irregular dos veículos no mercado.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foi constatado que alguns veículos apresentam indícios de possíveis adulterações, motivo pelo qual foi requisitada perícia técnica especializada, destinada à análise detalhada dos elementos identificadores e à comprovação material das irregularidades.
Segundo o delegado responsável pela investigação, Fabrício Garcia Henriques, a atuação técnica e integrada das equipes visa não apenas confirmar as adulterações, mas também identificar a origem dos veículos e possíveis conexões com outros envolvidos, fortalecendo a responsabilização criminal dos investigados.
“As investigações prosseguem de forma contínua, assim como o compromisso da Polícia Civil com o enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais. Ressalto também a importância da participação da população por meio de denúncias, que têm sido fundamentais para o avanço das apurações”, disse o delegado Fabrício Garcia Henriques.
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