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Polícia Civil apreende caminhões carregados de madeira em mais uma fase de operação contra desmatamento em Juína

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Dois caminhões carregados com 21 toras de madeira foram apreendidos pela Polícia Civil, na sexta-feira (13.6), durante mais uma ação da Operação Cadeia Sustentável, deflagrada pela Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) com apoio da equipe da Delegacia de Juína, para combater o desmatamento ilegal no município e região.

O grupo criminoso envolvido com a extração ilegal de madeira de uma reserva ecológica da região chegou a atear fogo em uma ponte de madeira para evitar que um terceiro caminhão fosse apreendido.

Três pessoas que faziam o transporte ilegal da carga foram encaminhadas à Delegacia de Juína e autuadas em flagrante por crime de desmatamento e transporte ilegal de madeira.

Nesta fase, os policiais da Dema montaram barreira na estrada de chão da Linha 5, que liga o distrito Filadélfia a Juína, após receberem informações de que havia alguns caminhões toreiros na região de uma reserva ecológica, extraindo madeira e que viriam até a cidade para abastecer algumas madeireiras.

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Durante a ação, os policiais abordaram três caminhões carregados com toras de madeira, sem a devida documentação, sendo um caminhão Volvo e dois Mercedez.

Durante a abordagem, foi realizado o procedimento padrão e informado sobre a irregularidade no transporte de madeira, sendo informado que os caminhões seriam apreendidos e os condutores conduzidos para prestar esclarecimentos.

Durante o trajeto para delegacia, os conduzidos montaram um plano de fuga, simulando um problema mecânico em um dos caminhões, enquanto um dos motoristas que eram conduzidos fugiu pela mata. Enquanto os policiais realizavam buscas pelo suspeito, foi executada a estratégia para retirada do caminhão, que supostamente estava em pane do local.

Durante a tentativa de resgate do caminhão, o motorista chegou a jogar o veículo contra os policiais, porém acabou detido, após o pneu furar.

Ainda durante as diligências, outros criminosos envolvidos na extração ilegal de madeira tentaram atear fogo em uma ponte de madeira que dá acesso à região, com o fim de impossibilitar o trabalho policial.

Diante dos fatos, dois caminhões foram apreendidos e os três suspeitos, que atuavam como motoristas, conduzidos à Delegacia de Juína, onde foram autuados em flagrante por crime ambiental.

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As investigações seguem em andamento para identificação e responsabilização de outros envolvidos no crime.

Cadeia Sustentável

A operação foi deflagrada em Juína na última quinta-feira, 05 de junho, com foco na fiscalização ambiental no município de Juína. Na primeira ação, os trabalhos resultaram na apreensão de grandes volumes de madeira de origem ilegal, além da condução de cinco pessoas e apreensão de veículos utilizados no transporte clandestino.

As apreensões ocorreram com o apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que foram acionadas para realizar a medição da madeira e os procedimentos técnicos periciais.

Os veículos apreendidos foram encaminhados ao pátio do Ibama no município de Juína.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação “My Love” para investigar vínculo de facções criminosas com desaparecimento de jovem

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (05.05), a Operação “My Love”, com foco no aprofundamento de investigações relacionadas ao desaparecimento de uma jovem ocorrido no final de 2025.

A ação é resultado de um trabalho investigativo contínuo da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, iniciado após o registro do desaparecimento de Karen Anelita Ferreira da Silva, de 25 anos, ocorrido em 09 de dezembro de 2025.

À época, o pai da vítima procurou a DHPP informando que a filha havia saído para trabalhar e não retornado para casa. A partir disso, foram empregadas diversas técnicas investigativas, incluindo análise de imagens, diligências de campo, campanas e levantamentos de inteligência, que subsidiaram a representação por medidas cautelares junto ao Poder Judiciário.

No curso das investigações, foi possível identificar indícios de que a vítima mantinha vínculo com a facção criminosa dominante na cidade e buscava mulheres para levar entorpecentes para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande.

As apurações também apontam que o desaparecimento da jovem podia estar relacionado a conflitos internos envolvendo a atividade criminosa, especialmente desentendimentos com outras mulheres que faziam a mesma coisa.

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O nome da operação, “My Love”, faz alusão a esse contexto, no qual mulheres de reeducandos estariam sendo cooptadas para a prática delituosa de ingresso de drogas no sistema prisional.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis, as equipes policiais apreenderam porções de drogas como maconha e ecstasy, além de materiais utilizados no tráfico de entorpecentes e diversos dispositivos eletrônicos que teriam como destino o interior da unidade prisional.

Duas mulheres, de 31 e 35 anos, foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Uma delas também teve cumprido mandado de prisão temporária. Após os procedimentos legais, as investigadas foram encaminhadas à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, identificar outros envolvidos e responsabilizar todos os autores. O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias.

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Pharus

A Operação My Love integra a Operação Pharus, estratégia institucional voltada ao enfrentamento qualificado das facções criminosas e à desarticulação de suas atividades ilícitas, especialmente no que tange ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro, no âmbito do programa Tolerância Zero.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

As atividades também estão inseridas no cronograma das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim), que reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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