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Polícia Civil cumpre mandado contra homem acusado de agredir companheira em Alto Araguaia

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta quinta-feira (17.7), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 26 anos, acusado de agredir violentamente sua companheira de 27, em Alto Araguaia.

O crime ocorreu no início de maio deste ano, quando vizinhos acionaram a polícia após ouvirem gritos de socorro vindos de uma residência no bairro Atlântico. Na ocasião, o suspeito havia trancado a casa, trancando a vítima e outras pessoas dentro do imóvel.

Segundo o relato da vítima, após uma discussão, o companheiro — supostamente em surto psicótico causado pelo uso de drogas, principalmente crack — passou a agredi-la com socos, golpes de madeira, enforcamento e um corte feito com uma navalha.

Além da mulher, havia na residência duas crianças, o irmão do agressor, uma senhora e a esposa do irmão, todos impedidos de sair da casa.

À época, o agressor foi preso em flagrante. No entanto, após audiência, o Poder Judiciário determinou sua soltura condicionada à realização de exame de sanidade mental, sem necessidade de fiança.

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Inconformado, o Ministério Público recorreu da decisão, alegando grave risco à vida da vítima. O Tribunal de Justiça acatou o pedido e determinou a prisão preventiva do suspeito.

Com a nova ordem judicial em mãos, a equipe da Delegacia de Polícia Civil de Alto Araguaia localizou e prendeu o acusado nesta quinta-feira, que foi encaminhado à cadeia pública do município, onde permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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