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Polícia Civil cumpre mandados em investigação de manipulação e divulgação indevida de imagens em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, na manhã desta terça-feira (4.11), sete ordens judiciais durante a Operação Deepfake, deflagrada dentro de investigações que apuram a manipulação e divulgação de imagens de uma vítima de Lucas do Rio Verde em sites da internet.

Na operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e três de quebras telemáticas deferidas pela Justiça. As ordens judiciais foram cumpridas na cidade de Várzea Grande.

A investigação qualificada, conduzida pela Delegacia de Lucas do Rio Verde, iniciou após a vítima procurar a Polícia Civil relatando que fotos suas estavam sendo utilizadas em perfis falsos na internet.

Durante os trabalhos, foi possível identificar a pessoa que se passava pela vítima, utilizando suas fotografias obtidas em redes sociais para criar perfis falsos.

As investigações apontaram que o investigado mantinha conversas com terceiros e manipulava digitalmente as imagens, por meio de ferramentas de inteligência artificial, inserindo-as em plataformas de conteúdo adulto, o que resultou em grave dano à imagem e à honra da vítima.

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Com o avanço do trabalho investigativo, foram identificados endereços ligados ao suspeito, as plataformas utilizadas e os dispositivos eletrônicos empregados na prática do crime. Diante disso, foi representado ao Poder Judiciário pelos mandados de busca e apreensão e pelas quebras de sigilo telemático, que foram deferidos pela Justiça.

No decorrer da ação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos que auxiliaram as investigações, as quais seguem em andamento para apuração do crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil desarticula esquema de tráfico de drogas ligado a facção criminosa em Confresa

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16.7), a Operação Laços de Família, para desarticular uma célula de facção criminosa responsável pelo comércio de entorpecentes na região de Confresa.

Foram cumpridos 8 mandados de prisão preventiva, cinco em Confresa e três em Penitenciárias (um em Vila Rica, um em Cuiabá e um em Nova Xavantina) e 8 mandados de busca e apreensão em Confresa e Vila Rica, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.

Também foram decretadas a quebra telemática de 13 contas Google, 13 números no WhatsApp, 13 dados telefônicos junto às operadoras e a extração forense integral dos aparelhos apreendidos.

As ordens judiciais resultaram na apreensão de porções de pasta base de cocaína, crack e maconha, além de sementes de cannabis. Também foram apreendidas balanças de precisão e farto material utilizado para o fracionamento e embalagem das substâncias para comercialização

No total, foram apreendidos 10 aparelhos celulares, 5 dispositivos de memória (pen drives) e uma motocicleta utilizada para o suporte das atividades ilícitas. Além disso, três pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas.

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A ação, realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, contou com o apoio das Delegacias Municipais de Confresa, de Vila Rica e de Porto Alegre do Norte no cumprimento dos mandados.

O nome da operação faz referência à forma de organização do grupo investigado. Conforme a investigação, pessoas com vínculos familiares e conjugais integravam a estrutura, com funções distribuídas entre os envolvidos.

Operação Laços de Família

A investigação teve início a partir de uma prisão em flagrante realizada pela Derf em dezembro de 2025, em Confresa, quando duas pessoas foram detidas com porções de crack e cocaína e vários aparelhos celulares.

A análise do material, autorizada judicialmente, revelou que aquela venda de varejo era apenas a ponta de um grupo criminoso.

Conforme apurado pela investigação, o grupo era dividido por funções. A estrutura incluía uma liderança, pessoas responsáveis pelo controle financeiro e pela distribuição de drogas, além de integrantes encarregados da comercialização dos entorpecentes.

A droga era entregue aos revendedores em regime de consignação, com prestação de contas obrigatória, e os pagamentos eram feitos por transferências eletrônicas. A movimentação diária do grupo ultrapassava R$ 4,5 mil.

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Os integrantes também adotavam cuidados para dificultar a ação policial, com uso de linguagem cifrada para se referir aos entorpecentes e apagamento constante das conversas.

As investigações também apontam que o grupo utilizava um imóvel como base para reuniões e para a realização dos chamados “tribunais do crime”, julgamentos informais em que eram definidas punições a integrantes que, segundo a apuração, descumpriam regras impostas pela própria organização.

Crimes violentos registrados na região, possivelmente ligados a essas decisões, são objeto de investigação em procedimento próprio conduzido pela Delegacia Municipal de Confresa, com compartilhamento de provas autorizado pela Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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