POLÍCIA

Polícia Civil prende homem por transporte ilegal de combustível para garimpo

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Um homem, de 42 anos, foi preso pela Polícia Civil, suspeito de transportar combustível de forma ilegal em Pontes e Lacerda. A prisão, realizada neste sábado (3.5), foi em decorrência de uma ampla investigação realizada pela Delegacia do município, que apurava a denúncia de que o suspeito vinha utilizando, há algum tempo, um caminhão-tanque para levar o combustível até um garimpo situado na região do município.

Desde a denúncia, a equipe policial da unidade iniciou um trabalho investigativo, com a realização de diversas diligências, no intuito de identificar e prender o suspeito. Tal investigação culminou, no final da tarde deste sábado, na prisão do homem em flagrante no bairro Bela Vista, no momento em que ele abastecia o caminhão para seguir em direção ao garimpo. Na ocasião, os policiais procederam à abordagem, solicitando a documentação do veículo e nota fiscal do produto, que não foram apresentados.

Conforme a investigação, o suspeito havia adquirido o caminhão para tentar dar uma aparente imagem de legalidade ao delito. “Esse caso é bem peculiar. Esse cidadão, que já possui mais de uma passagem pela mesma prática, adquiriu esse caminhão para tentar ludibriar a ação policial, para dar uma aparente licitude na conduta dele”, disse o delegado responsável pela condução da investigação, José Paulo Berté.

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Em razão da ausência da documentação de origem e destino da carga, da nota fiscal do serviço de transporte, da carteira de habilitação correspondente à categoria do veículo, associada às passagens criminais, o delegado representou pela prisão preventiva do suspeito.

“Essas evidências, somadas ao modus operandi do nosso alvo, permitiram que representássemos, após o flagrante, pela prisão preventiva dele”, completou o delegado.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido até a delegacia para os procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Federal

PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo

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Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.

O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.

Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.

As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.

A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.

Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.

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Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.

Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.

A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.

Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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