A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Nova Xavantina (550 km de Cuiabá), recuperou, nessa quarta-feira (14.5), seis cabeças de gado que haviam sumido de uma propriedade rural no Assentamento P.A. Santa Célia, em Nova Xavantina.
O proprietário da fazenda, de 43 anos, procurou a polícia em janeiro deste ano informando que três novilhas, com idades entre 24 e 36 meses, haviam sumido de sua propriedade cerca de seis meses antes, e, depois, mais duas também desapareceram.
Porém, segundo a vítima, naquele mês da denúncia, ele viu as novilhas na propriedade rural de um vizinho, de 38 anos.
O produtor informou que questionou o vizinho sobre o gado, que respondeu que ele apenas poderia levar os animais se as novilhas tivessem somente a marca da vítima. No entanto, se os animais tivessem sua marca, as novilhas seriam dele.
Segundo o produtor, as novilhas estavam identificadas tanto com sua marca quanto com a do vizinho, estando a do vizinho em cima da sua.
O suspeito tentou alegar que comprou os animais de uma terceira pessoa, mas a identificação do suposto vendedor é uma letra diferente da que é utilizada pela vítima. Por isso, o produtor registrou um boletim de ocorrência.
A Polícia Civil ouviu os envolvidos e, após investigação, concluiu que o gado desaparecido da fazenda do proprietário rural de 43 anos era o mesmo encontrado na propriedade do homem de 38 anos.
Com base nas investigações, o delegado Raphael Diniz Garcia requereu um mandado de sequestro de semoventes, que foi expedido pela Justiça na segunda-feira (12.5) e cumprido nessa quarta-feira (14.5). O gado foi levado pelos policiais para a fazenda da vítima e entregue aos cuidados do produtor rural.
As investigações continuam para apurar a responsabilização do suspeito, que deverá ser autuado por furto e alteração de marca de gado, visto que ao menos três novilhas tiveram as marcas alteradas.
Aproximadamente 400 quilos de entorpecentes, apreendidos durante ações e investigações conduzidas pelas forças de segurança em Alto Garças e região, foram destruídos pela Polícia Civil, na quinta-feira (25.6), na fornalha de uma empresa no município.
Entre as drogas destruídas, a maior parte era composta por skunk, conhecida como a “supermaconha”, e pasta base de cocaína. Os entorpecentes foram apreendidos em diferentes ocorrências e permaneceram sob custódia até a autorização judicial para sua destruição.
A incineração seguiu todos os protocolos legais e de segurança, e contou com o acompanhamento de representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), garantindo a regularidade e a transparência do procedimento.
A destruição dos entorpecentes representa a etapa final do trabalho desenvolvido pelas forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas, retirando definitivamente de circulação substâncias ilícitas e reforçando o compromisso da Polícia Civil com a repressão ao crime organizado e a promoção da segurança da população.
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