Policiais militares do 4º Batalhão prenderam uma mulher, de 24 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta terça-feira (1º.7), em Várzea Grande. Com a suspeita, foram encontradas 79 porções de maconha e cocaína, que seriam levadas até um presídio de Cuiabá.
Durante patrulhamento pelo bairro José Carlos Guimarães, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 4º BPM flagrou uma mulher carregando alguns pacotes pequenos na mão, em frente a uma residência. A suspeita tentou fugir ao ver a viatura, mas foi abordada. Com ela, foram encontradas quatro porções de maconha.
Questionada sobre a droga, a mulher relatou à PM que recebeu as porções de um homem para enviar a um faccionado que estava preso em uma unidade prisional de Cuiabá. A suspeita disse ainda que levaria os entorpecentes na região íntima.
Na residência da mulher, durante as buscas, os policiais encontraram mais 51 porções de maconha e 24 porções de cocaína, além de material de preparo das drogas.
A suspeita foi encaminhada à Central de Flagrantes de Várzea Grande, com o material apreendido, para as providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939
A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.
Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.
Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.
Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.
Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.
A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.
As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.
Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.
O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.
“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.
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