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Polícias Civil e Militar prendem foragido por estupro e roubo em ação conjunta em Nova Xavantina

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Nova Xavantina (555 km de Cuiabá), em ação conjunta com a Polícia Militar e com apoio da Polícia Civil do Pará, prendeu, nesta segunda-feira (30.6), um homem de 47 anos, no Bairro Centro Oeste, de Nova Xavantina, que estava foragido da Justiça do Pará.

O foragido havia sido condenado pela Justiça do Pará pelos crimes de estupro e roubo majorado ou qualificado. Ele participou de um roubo a um ônibus de viagem, em 2008, em que três mulheres e uma criança foram estupradas. Ele chegou a ser preso, porém, fugiu da cadeia há sete anos e estava sendo procurado desde então.

Em maio, o foragido se envolveu em um acidente de trânsito durante um “racha” e, durante a investigação do acidente, os policiais descobriram que ele estava utilizando uma identidade falsa.

Diante disso, a equipe de investigação da Delegacia de Nova Xavantina entrou em contato com a Polícia Civil do Pará e obteve a ficha de identificação do suspeito, assim como a ficha do Sistema Prisional, que apontou que ele já estava foragido há sete anos.

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As investigações da Polícia Civil de Mato Grosso apontaram que ele estava morando em Nova Xavantina, onde era proprietário de uma oficina mecânica, utilizando documento falso.

A Polícia Militar foi acionada e enviou uma equipe à oficina. Ao ser encontrado, o suspeito foi revistado e, ao ser questionado, se apresentou e entregou uma CNH com dados do seu irmão, inclusive a fotografia.

Diante disso, ele teve o mandado de prisão cumprido e também foi autuado em flagrante por falsidade ideológica, uso de documento falso e falsificação de documento público. O suspeito foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil e está à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação “My Love” para investigar vínculo de facções criminosas com desaparecimento de jovem

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (05.05), a Operação “My Love”, com foco no aprofundamento de investigações relacionadas ao desaparecimento de uma jovem ocorrido no final de 2025.

A ação é resultado de um trabalho investigativo contínuo da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, iniciado após o registro do desaparecimento de Karen Anelita Ferreira da Silva, de 25 anos, ocorrido em 09 de dezembro de 2025.

À época, o pai da vítima procurou a DHPP informando que a filha havia saído para trabalhar e não retornado para casa. A partir disso, foram empregadas diversas técnicas investigativas, incluindo análise de imagens, diligências de campo, campanas e levantamentos de inteligência, que subsidiaram a representação por medidas cautelares junto ao Poder Judiciário.

No curso das investigações, foi possível identificar indícios de que a vítima mantinha vínculo com a facção criminosa dominante na cidade e buscava mulheres para levar entorpecentes para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande.

As apurações também apontam que o desaparecimento da jovem podia estar relacionado a conflitos internos envolvendo a atividade criminosa, especialmente desentendimentos com outras mulheres que faziam a mesma coisa.

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O nome da operação, “My Love”, faz alusão a esse contexto, no qual mulheres de reeducandos estariam sendo cooptadas para a prática delituosa de ingresso de drogas no sistema prisional.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis, as equipes policiais apreenderam porções de drogas como maconha e ecstasy, além de materiais utilizados no tráfico de entorpecentes e diversos dispositivos eletrônicos que teriam como destino o interior da unidade prisional.

Duas mulheres, de 31 e 35 anos, foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Uma delas também teve cumprido mandado de prisão temporária. Após os procedimentos legais, as investigadas foram encaminhadas à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, identificar outros envolvidos e responsabilizar todos os autores. O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias.

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Pharus

A Operação My Love integra a Operação Pharus, estratégia institucional voltada ao enfrentamento qualificado das facções criminosas e à desarticulação de suas atividades ilícitas, especialmente no que tange ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro, no âmbito do programa Tolerância Zero.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

As atividades também estão inseridas no cronograma das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim), que reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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