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ALMT homenageia servidores do Cridac e reforça importância da reabilitação para a população de Mato Grosso

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, na manhã desta sexta-feira (5), sessão especial, requerida pelo deputado Valmir Moretto (Republicanos), para entrega de moções de aplausos a diretores e servidores do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac).

A homenagem reconhece o trabalho essencial da instituição, que é referência estadual no atendimento e na reabilitação de pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual e com Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de ser responsável pela concessão de órteses, próteses e diversos equipamentos de apoio.

O Cridac atende moradores de 142 municípios do estado, prestando serviços que vão desde fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional até a educação física e acompanhamento pedagógico, formando equipe multidisciplinar, com foco na inclusão social.

O deputado Valmir Moretto ressaltou a importância do trabalho realizado pelo Cridac e o cuidado com milhares de famílias mato-grossenses que buscam tratamento de saúde com profissionais multidisciplinares.

“Nada mais justo do que a Assembleia Legislativa reconhecer esses profissionais que devolvem qualidade de vida e dignidade a pessoas que, muitas vezes, chegam ao Cridac sem condições financeiras, sem perspectivas e buscando sua última chance de melhorar. São servidores que enfrentam histórias emocionantes todos os dias, que lidam com dor, com fragilidade, e ainda assim oferecem força, acolhimento e reabilitação. Precisamos valorizar esse time, garantir orçamento adequado e condições de trabalho dignas. Parabenizo cada um que faz do Cridac um espaço de cuidado e transformação na vida dos cidadãos de Mato Grosso”, afirmou o deputado.

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Moretto também destacou que o Cridac vai além da reabilitação física e do fornecimento de próteses e aparelhos auditivos. A equipe também atua na articulação de cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade, reforçando o compromisso social da instituição.

De acordo com o coordenador técnico da unidade, Dácio Augusto Moreira da Silva, somente na área de concessão de equipamentos o Cridac distribui, em média, 30 cadeiras de rodas por dia, além de próteses, órteses, cadeiras de banho, malhas compressivas e outros itens fundamentais para garantir mobilidade, dignidade e segurança aos pacientes.

A diretora Suely Curvo destacou ainda que muitos servidores dedicam mais de três décadas ao atendimento direto da população e recebem, pela primeira vez, um reconhecimento institucional dessa dimensão. “É emocionante ver o brilho nos olhos dos profissionais. Muitos estão aqui há 30 anos e nunca tinham sido homenageados. Esse momento fica guardado para sempre”, afirmou.

Fonte: ALMT – MT

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TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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