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ALMT oferta cursos gratuitos de línguas estrangeiras

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso oferta cursos gratuitos de inglês, espanhol, francês e italiano a servidores do Poder Legislativo Estadual e também à população em geral. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site da ALMT, clicando no menu “Institucional” – “Escola do Legislativo” – “Cursos Presenciais” ou direto neste link, até o dia 10 de março ou até o início das aulas, no caso de cursos que começam após essa data.

Na modalidade presencial estão sendo ofertados os seguintes cursos de línguas estrangeiras:

– Inglês Completo – Nível Básico I

– Inglês Completo- Nível Básico III

– Inglês Conversação – Nível Pré-Intermediário/Intermediário

– Espanhol Iniciante I

– Clube De Leitura Em Espanhol

– Clube De Leitura Em Espanhol Turma 2

– Francês Básico III

– Italiano I

Podem se inscrever pessoas com idades acima de 15 anos. Os dias e horários das aulas variam conforme o curso e estão disponíveis para consulta no site, assim como o conteúdo programático de cada um.

O curso de italiano tem um total de 50 vagas e é novidade em 2025. “Nós temos sempre esse movimento de renovar as ofertas de cursos, afinal é função da escola observar as demandas e atendê-las, conforme a disponibilidade e conhecimento dos professores. No curso de italiano, os alunos irão adquirir os instrumentos essenciais para se comunicar e interagir em situações conversacionais, amparados por vocabulário e estruturas gramaticais correspondentes”, informa o professor Renato Augusto Azevedo, que irá ministrar as aulas.

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Segundo o professor, a metodologia de ensino inclui a utilização de música como ferramenta para estimular o aprendizado. “É uma metodologia muito acolhedora. Com base na música, nós trabalhamos a gramática, a prática de audição e exercícios de conversação”, explica.

Todos os cursos presenciais fornecem certificados, aceitos para progressão funcional de servidores públicos e contagem de horas de atividades complementares de acadêmicos.

Qualificação – O professor Renato Augusto, que também ministra aulas dos cursos de inglês e francês, enfatiza a importância do aprendizado de uma língua estrangeira para a melhoria do repertório pessoal e profissional.

“Aprender um novo idioma proporciona um ganho cognitivo que estimula o cérebro, a memória e a percepção. Além disso, tem efeitos terapêuticos e profiláticos, ajudando a prevenir doenças degenerativas. Também contribui para a desenvoltura, reduz a timidez, amplia a base cultural e permite uma nova forma de enxergar o mundo, pois conhecimento é poder”, afirma.

Escola do Legislativo – Silvia Barbosa Rodrigues, gerente administrativa da Escola do Legislativo, destaca o compromisso da instituição com a educação de qualidade e a formação cidadã desde sua criação, em 1999.

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“Nossa missão é proporcionar oportunidades de aprendizado a todos, de forma gratuita, promovendo um verdadeiro acesso democrático à educação. Oferecemos cursos nos períodos matutino, vespertino e noturno, e também aos finais de semana, para que ninguém fique de fora. A qualidade do ensino é um dos nossos maiores orgulhos. Contamos com um corpo docente altamente capacitado. Nossos professores não apenas possuem formação acadêmica de excelência, como também uma vasta experiência prática no ensino de idiomas, garantindo que nossos alunos alcancem um aprendizado efetivo e significativo”, assegura.

A Escola do Legislativo conta ainda com equipe técnica qualificada, que atua no atendimento aos alunos e no suporte constante aos professores. Conforme Silvia Rodrigues, desde a criação da instituição mais de 5,5 mil pessoas já participaram somente dos cursos de inglês e espanhol.

Dúvidas e solicitações de informações podem ser enviadas pelo WhatsApp. O canal de atendimento funciona de segunda a sexta, das 8h às 18h, pelo número (65) 98134-2231.

Fonte: ALMT – MT

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Após atuação da ALMT, STF reconhece cumprimento por MT à apresentação de propostas sobre divisa entre Mato Grosso e Pará

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A atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na discussão sobre a divisa entre Mato Grosso e Pará alcançou uma nova etapa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em decisão proferida pelo ministro Flávio Dino, no último dia 11, na Ação Rescisória nº 2.964, o relator reconheceu como cumprida por Mato Grosso a etapa destinada à apresentação de propostas adicionais de acordo e determinou que o estado do Pará se manifeste sobre elas no prazo de 30 dias.

A decisão representa um avanço na estratégia institucional desenvolvida nos últimos meses pela ALMT. As propostas construídas pela Procuradoria-Geral da Assembleia foram incorporadas à estratégia de Mato Grosso para que a discussão não fique restrita à definição territorial e à regularização fundiária, mas alcance também os impactos concretos da mudança de divisa sobre a população.

Na Procuradoria-Geral da ALMT, a construção das teses e das manifestações apresentadas ao Supremo vem sendo conduzida pelos procuradores Ricardo Riva e Bruno Willames Cardoso Leite. Eles são responsáveis pela formulação da linha jurídica que colocou no centro da discussão a continuidade dos serviços públicos e a necessidade de uma transição organizada entre os dois Estados.

Desde o último mês junho, de acordo com Bruno Willames, a Procuradoria da Assembleia passou a defender perante o STF que a solução para o conflito territorial centenário não poderia se resumir à definição de quem é proprietário ou de qual estado determinada área pertence.

“Era necessário enfrentar também questões como saúde, educação, transporte escolar, estradas, segurança pública, sanidade animal, tributação, regularização ambiental, atividade produtiva, ressarcimento de despesas e continuidade dos serviços atualmente prestados por Mato Grosso e seus municípios”, afirmou o procurador.

De acordo com o procurador, a atuação tem respaldado a participação institucional da Assembleia Legislativa na discussão e aproximação com os municípios diretamente atingidos pelo conflito. “A estratégia da ALMT tem buscado levar ao processo não apenas argumentos jurídicos, mas informações produzidas pelas prefeituras, representantes das comunidades e setores econômicos que convivem diariamente com os efeitos da indefinição histórica da divisa”, afirmou.

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Na nova decisão, o relator Flávio Dino registrou detalhadamente a proposta apresentada por Mato Grosso, incluindo a criação de uma Mesa Técnica de Trabalho Mato Grosso e Pará, com participação dos municípios, e a construção de uma solução piloto para a região da Serra dos Apiacás, envolvendo inicialmente Apiacás, Paranaíta e Alta Floresta, em Mato Grosso, e Jacareacanga e Novo Progresso, no Pará.

O ministro considerou que a manifestação apresentada por Mato Grosso em 31 de agosto, materializando o cumprimento da obrigação do acordo celebrado anteriormente entre os dois estados. Com isso, Flávio Dino determinou que o Pará seja intimado para se manifestar, em 30 dias, sobre as propostas.

Após a manifestação paraense, segundo o procurador, Mato Grosso terá prazo de 10 dias úteis. Em seguida, o processo retornará ao gabinete do relator para novas providências, havendo ainda previsão de que as partes possam requerer nova audiência de conciliação para tratar dos pontos que permanecerem controvertidos.

A decisão também reconheceu o avanço dos trabalhos na área fundiária. O ministro registrou a apresentação por Mato Grosso de cadeias dominiais, parecer técnico sobre a metodologia cartográfica histórica, mapas, cartografias, arquivos em formato shapefile e títulos definitivos emitidos pelo Intermat, considerando cumpridas pelo Estado as etapas correspondentes do acordo.

“Agora, caberá também ao Pará, no prazo determinado pelo STF, apresentar o compilado de dados dos imóveis necessário para que sejam requisitadas aos cartórios as respectivas cadeias dominiais”, afirmou o procurador.

Para o procurador Ricardo Riva, um dos responsáveis pela estratégia jurídica da ALMT no caso, a participação da Assembleia busca assegurar que a transição territorial seja acompanhada por soluções administrativas capazes de funcionar na prática.

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“A regularização fundiária é indispensável, mas existe uma população inteira vivendo nessa região. Saúde, educação, estradas, segurança, produção e os demais serviços públicos precisam continuar funcionando durante e depois dessa transição. Foi essa preocupação que levou a Assembleia a ampliar a discussão perante o Supremo”, destacou Riva.

O procurador Bruno Willames Cardoso Leite ressalta que a nova fase permite transformar problemas identificados ao longo dos trabalhos em propostas concretas de cooperação entre os entes públicos.

“Desde o início defendemos que não seria suficiente resolver a terra e deixar as pessoas para depois. A definição territorial precisa vir acompanhada de uma transição segura, com responsabilidades claras e participação dos municípios que conhecem e atendem essa população diariamente. Agora o Pará terá oportunidade de se manifestar sobre essas propostas e apresentar também suas soluções”, afirmou o procurador.

A Assembleia Legislativa, de acordo com o procurador Bruno Willames, continuará reunindo informações dos municípios enquanto transcorre o prazo concedido pelo STF, a Procuradoria-Geral da ALMT continuará trabalhando na reunião de informações sobre a realidade da região, especialmente dados relativos aos serviços efetivamente prestados por Mato Grosso e pelos municípios às comunidades localizadas do lado paraense da divisa.

Documentos já obtidos demonstram, por exemplo, atendimentos realizados pela rede pública de saúde de Mato Grosso a moradores do Pará. Esse tipo de informação deverá auxiliar na construção de soluções para continuidade dos serviços e eventual divisão de responsabilidades entre os entes públicos.

A Assembleia também pretende continuar ouvindo prefeitos, gestores, produtores e moradores das áreas atingidas, fortalecendo a participação dos municípios na próxima etapa da conciliação.

Fonte: ALMT – MT

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