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Assembleia Social arrecada e entrega mais de 4 toneladas de alimentos em 2024

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Mais de quatro toneladas de alimentos não perecíveis foram arrecadadas e distribuídas entre outubro e dezembro de 2024 pela Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Assembleia Social). As doações ocorreram por meio da entrada solidária de espetáculos no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, equipamento gerido pelo braço social da ALMT.

Arrecadar donativos por meio do ingresso social é atividade rotineira da Assembleia Social. No entanto, este ano, respeitando a legislação eleitoral, tanto as arrecadações, quanto os repasses ocorreram apenas depois do fim do primeiro turno das eleições.

Foram contempladas, no período, 26 projetos sociais ou instituições filantrópicas, com alimentos não perecíveis ou caixas de leite em quantidades que variaram de 50kg a 500kg, totalizando 4.248kg. Tais entregas atenderam a solicitações, por meio de ofícios, e respeitaram ordem de pedidos e disponibilidade no estoque, variável conforme a arrecadação nos espetáculos solidários apresentados no Teatro Zulmira Canavarros.

O ingresso social ao Zulmira Canavarros foi instituído logo em que foi criada a gestão conjunta do teatro e da Assembleia Social, em 2017, e tem a finalidade de incentivar a solidariedade da plateia e democratizar o acesso à cultura, por meio da entrada solidária. Além de alimentos não perecíveis, dependendo da parceria com o grupo artístico, arrecada-se brinquedos, livros, entre outros donativos. A listagem completa dos repasses de brinquedos de 2024 está disponível neste link.

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“O Teatro Zulmira Canavarros é um espaço público e, para incentivar a ocupação por artistas de todo o Estado, além de baratear o ingresso, criamos o ingresso social e, desde então, temos a alegria de chegar a quem mais precisa, seja na mesa de nossos cidadãos, seja alegrando uma criança de algum bairro carente. Foi uma iniciativa que deu muito certo e sempre nos orgulhamos dos resultados de cada ano”, contextualizou a superintendente da Assembleia Social, Dani Paula Oliveira.

Confira a lista completa de instituições e projetos beneficiados:

Associação Coração Solidário – Coophema/Cuiabá – 100kg de alimentos

Associação do Bairro Mapim – Mapim/Várzea Grande – 100kg de alimentos

ABC Shalom – Cuiabá – 50kg de alimentos

Associação Ilê Assé Odé Karê – Jardim Paraná/Cuiabá – 300kg de alimentos

Associação Ilê N’Lá Ojú Opejá – Rondonópolis – 500kg de alimentos

Instituto Inzo Mukumbe Arô – Porto/Cuiabá – 200kg de alimentos

Paróquia Nossa Senhora da Guia – Coxipó/Cuiabá – 120l de leite longa vida

UniCesumar – Cuiabá – 80kg de alimentos

Associação dos Amigos do Carrapicho – Várzea Grande – 68kg de alimentos

Associação de Moradores do Bairro Pólvora – Goiabeiras/Cuiabá – 110l de leite longa vida

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Associação Helder Mão Amiga – Parque Nova Esperança II/Cuiabá – 120l de leite longa vida

Associação Beneficente Águia Ajudando Vidas – Bairro Silvanópolis/Cuiabá – 120l de leite longa vida

Evento solidário – Areão/Cuiabá – 110l de leite longa vida

Associação de Moradores Comunidade Paraíso do Manso – Chapada dos Guimarães – 120kg de alimentos

Igreja Batista do Porto – Bairro Porto/Cuiabá – 100kg de alimentos

Associação AAPOC – Cuiabá – 250kg de alimentos

Projeto Social da Gê Moreira – Cuiabá – 250kg de alimentos

Igreja Só o Senhor É Deus – Altos da Serra I / Cuiabá – 100kg de alimentos

Centro Espírita Benedito da Cura – Cuiabá – 300kg de alimentos

Natal das Comunidades Carentes – Cuiabá – 300kg de alimentos

Natal Criança Feliz – Campo Verde – 250kg de alimentos

Natal Solidário – Nossa Senhora do Livramento – 250Kg de alimentos

Associação Beneficente Vida Nova – Cuiabá – 50kg de alimentos

Casa da Mãe Joana – CPA I, Cuiabá – 100kg de alimentos

Projeto Coração Solidário – Coophema, Cuiabá – 100kg de alimentos

Projeto social – Cuiabá – 100kg de alimentos

Fonte: ALMT – MT

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TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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