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Boas práticas tornam consumo de água mais eficiente na ALMT

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No Dia Internacional da Água, 22 de março, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) reforça o compromisso com a sustentabilidade e o uso responsável dos recursos hídricos. Além de apoiar projetos de lei voltados para a gestão eficiente da água, a ALMT adota práticas ambientais no seu cotidiano, como o sistema de reaproveitamento das águas pluviais para a limpeza das áreas externas e irrigação dos jardins.

Com dois reservatórios em funcionamento há mais 10 anos, a ALMT já avalia a instalação de mais duas cisternas para dar continuidade ao projeto de desenvolvimento sustentável, devido à ampliação com a construção do novo anexo, conforme explicou o superintendente de Administração e de Patrimônio, Gerson Oliveira.

“Com o reúso da água, garantimos a irrigação do jardim e a limpeza dos três pavimentos do estacionamento. Isso representa maior economia com foco na sustentabilidade. E já trabalhamos a possibilidade da expansão dessa iniciativa no novo prédio anexo. O sistema mantém o jardim verde o ano inteiro. E a natureza agradece, tanto que é comum ver as capivaras, do Parque das Águas, aproveitando tudo isso, principalmente, no período de estiagem, quando vêm pastar e se refrescam no espelho d´água daqui da Assembleia”, afirmou Oliveira.

Mário Sérgio Corassa, superintendente de Manutenção da Casa de Leis, destaca a importância de investir em sistemas, bem como dar a manutenção correta. “Para o bom funcionamento é necessário manter a limpeza dos equipamentos do sistema, inclusive do poço artesiano. Também é interessante, no futuro, a automação do sistema para otimizar todo o processo de verificação das bombas, do consumo e qualidade da água”, explicou Corassa.

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Sistemas de captação de águas pluviais reduzem o consumo de recursos hídricos

Sistemas de captação de águas pluviais reduzem o consumo de recursos hídricos

Foto: Helder Faria

Sistema eficiente – O sistema capta a água das chuvas através de inúmeras grelhas instaladas em dois pontos diferentes. Na superfície do estacionamento dos servidores, próximo ao Teatro do Cerrado, a água escoa por canos até o filtro, onde as partículas maiores são separadas e segue para o reservatório subterrâneo, instalado na entrada desse estacionamento, com profundidade de três metros e capacidade para 400 mil litros.

Já o outro ponto aproveita a água das chuvas que escoam pelo telhado do prédio da ALMT, sendo armazenada em um reservatório também subterrâneo, no jardim próximo à torre da TV Assembleia, com capacidade para 250 mil litros.

“O filtro é fundamental porque tem muito problema de folhas, bitucas de cigarros e outras impurezas que passam pelas grelhas. Então, a manutenção tem que ser feita com maior frequência”, explicou Lucas Batista Rodrigues, técnico hidráulico da Secretaria de Administração e Patrimônio, que atua na manutenção do sistema. Acrescenta que para o reúso dessa água nos banheiros exige um projeto mais complexo, uma vez que seria necessário separar a água que abastece as torneiras do sistema de abastecimento dos sanitários.

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Água potável – Com capacidade de 8 mil litros por hora, a Assembleia também tem um poço artesiano instalado próximo à entrada principal que, inclusive, abastece o espelho d´água. “O consumo chega a 1 milhão de litros por mês. Então, esse poço atende a demanda do prédio do sistema de ar condicionado, o que gera maior economia também. São ações importantes e estamos atentos às normas ambientais, sempre trabalhando para avançar ainda mais”, concluiu Lucas Rodrigues.

Projetos em tramitação – Algumas iniciativas do Parlamento tem por objetivo aumentar a coleta de águas por parte de instituições públicas. Atualmente, dois projetos estão em tramitação na ALMT:

Projeto de lei n° 539/2023, de autoria do deputado Valdir Barranco, que dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de coletores de água da chuva em obras realizadas pelo poder público e dá outras providências. PL recebeu parecer favorável da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte.

Projeto de lei n° 899/2023, de autoria do deputado Wilson Santos, que cria o Programa de Captação da Água da Chuva. Com parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, esse projeto também visa preservar a água potável.

Fonte: ALMT – MT

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Comissão da ALMT avança em projetos para proteção do Pantanal, da fauna e dos recursos hídricos

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Celebrado nesta sexta-feira, 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente reforça a importância da preservação dos recursos naturais e da construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Recursos Minerais e Direitos dos Animais Domésticos de Companhia tem contribuído para esse debate por meio da análise de projetos de lei e discussões sobre temas estratégicos, como proteção do Pantanal e a situação dos pescadores do estado.

De janeiro até a primeira semana de junho de 2026, o colegiado realizou três reuniões ordinárias e uma extraordinária e analisou 102 matérias. Além disso, a comissão promoveu, em maio, uma audiência pública para debater os impactos da Lei da Pesca.

Entre os projetos que tiveram parecer favorável aprovado pela comissão, destacam-se iniciativas voltadas à proteção do Pantanal, à preservação da fauna silvestre e à conservação dos recursos hídricos. Um deles é o Projeto de Lei (PL) nº 2076/2025, de autoria do deputado Beto Dois a Um (Podemos), que institui o Estatuto de Proteção Permanente do Pantanal Mato-grossense. A proposta estabelece diretrizes estaduais para prevenção e combate às queimadas, utilização de tecnologias de monitoramento ambiental, criação de brigadas comunitárias e elaboração de um plano estadual de resposta emergencial para enfrentar eventos extremos.

Foto: Karen Malagoli / Secretaria de Comunicação Social

Outro projeto que recebeu parecer favorável da comissão foi o PL nº 73/2022, do deputado Valdir Barranco (PT). O texto prevê a implantação de ecodutos para possibilitar a travessia segura da fauna sob rodovias, ferrovias e estradas. A medida busca reduzir o número de atropelamentos de animais silvestres e contribuir para a preservação da biodiversidade mato-grossense, especialmente em áreas de grande circulação e fragmentação de habitats naturais.

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Também se destaca a aprovação do PL nº 295/2026, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), que cria o Programa Estadual de Proteção e Combate à Poluição de Rios e Cursos d’Água. A proposta tem como objetivo fortalecer ações de preservação dos recursos hídricos e ampliar mecanismos de prevenção à degradação ambiental em bacias hidrográficas do estado.

Presidente da comissão, o deputado Eduardo Botelho (MDB) destacou que os trabalhos desenvolvidos no primeiro semestre reforçam o compromisso da Assembleia Legislativa com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Segundo ele, o colegiado tem debatido temas estratégicos para o estado, como a proteção do Pantanal, os recursos hídricos, a política pesqueira, a prevenção das queimadas e a produção sustentável. “A comissão tem trabalhado muito neste primeiro semestre. Discutimos a questão do Pantanal, que era um assunto mais urgente e fomos in loco, inclusive com o pessoal da Sema e do Corpo de Bombeiros, fazer uma visita na região”, afirmou.

A audiência pública promovida pela comissão teve como objetivo discutir os impactos da Lei Estadual nº 12.197/2023, conhecida como Transporte Zero. O encontro reuniu representantes das 22 colônias de pescadores de Mato Grosso, parlamentares, integrantes do governo estadual e membros da cadeia produtiva da pesca para avaliar os efeitos sociais, econômicos e ambientais da legislação.

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Para Botelho, o debate sobre a pesca demonstra a preocupação da comissão em buscar soluções equilibradas para questões que envolvem meio ambiente e desenvolvimento econômico. “Neste semestre, começamos a debater o Transporte Zero do pescado, realizando uma audiência pública muito importante e concorrida, na qual buscamos alternativas positivas para o setor”, destacou.

O parlamentar reforçou ainda que Mato Grosso tem papel estratégico na produção de alimentos e na preservação ambiental, sendo referência nacional e internacional nesses dois segmentos. “Nesta data comemorativa do Meio Ambiente, faço um chamado para que possamos unir esforços, governo, setor produtivo, comunidade científica e sociedade civil, em favor de políticas públicas equilibradas, responsáveis e sustentáveis. Preservar o meio ambiente não é impedir o desenvolvimento. Preservar o meio ambiente é garantir que o desenvolvimento continue sendo possível”, afirmou.

Atualmente, a Comissão de Meio Ambiente da ALMT é presidida pelo deputado Eduardo Botelho e tem como vice-presidente Carlos Avallone (PSDB). Também integram o colegiado, como membros titulares, os deputados Nininho (Republicanos), Valmir Moretto (Republicanos) e Wilson Santos.

Fonte: ALMT – MT

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