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Deputado Max Russi defende urgência na aprovação da aposentadoria especial para ACS e ACE

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O deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), recebeu nesta terça-feira (11), a visita dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), e voltou a destacar sua luta histórica pela valorização e a defesa da categoria.

“Essas lideranças vêm constantemente trazer pautas e cobranças importantes para a categoria, e nosso gabinete tem atendido. Desde o meu primeiro mandato. É uma luta justa por uma categoria que faz muito pela saúde do nosso Estado”, afirmou Max Russi.

O deputado reforçou a importância da aprovação, no Senado Federal, do Projeto de Lei Complementar (PLC) 185/2024, que regulamenta a aposentadoria especial para esses profissionais.

“Como deputado municipalista e presidente da Assembleia, faço um apelo aos nossos senadores, que votem o PLP 185. Essa é uma prioridade da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. É uma necessidade, é um direito, e nossos agentes merecem esse reconhecimento”, destacou o parlamentar.

Max Russi reafirmou que seguirá empenhado na articulação política e institucional em defesa da categoria. “Vamos juntos, Senado Federal e Assembleia Legislativa, apoiar essa demanda importante para todo o Brasil. Juntos venceremos, porque Deus está no comando e a união faz a força”, concluiu o deputado.

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PLC 185/2024- Prevê a concessão de aposentadoria especial aos ACS e ACE, com idade mínima de 52 anos para homens e 50 anos para mulheres, após 20 anos de efetivo exercício na função. O texto garante integralidade (salário integral na aposentadoria) e paridade (reajustes iguais aos dos servidores da ativa).

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Valmir Moretto defende a prorrogação do Feef para garantir R$ 350 milhões à saúde de Mato Grosso

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.

Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.

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A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.

Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.

Fonte: ALMT – MT

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