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Deputado Sebastião Rezende reassume presidência da Comissão de Direitos Humanos

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O deputado estadual Sebastião Rezende (União) assumirá, mais uma vez, a presidência da Comissão de Direitos Humanos, Defesa dos Direitos da Mulher, Cidadania, Amparo à Criança, ao Adolescente e ao Idoso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O parlamentar se define de perfil conservador, defensor de pautas como valores cristãos e de família , porém conciliador.

A composição foi definida no começo deste mês e a nomeação foi divulgada no Diário Oficial desta terça-feira (11).

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso tem relevante contribuição na sociedade, com o papel de receber, avaliar e investigar denúncias de violação ou ameaça aos direitos humanos; fiscalizar e acompanhar programas governamentais que protegem os direitos humanos; opinar sobre propostas relacionadas aos direitos humanos; colaborar com entidades não-governamentais; entre outros.

Sebastião Rezende avalia que é um honra presidir mais uma vez a Comissão de Direitos Humanos, considerando que, na atualidade, tem se mostrado uma das comissões mais importantes da Casa, tratando de relevantes debates e demandas da sociedade contemporânea, sobretudo atuando em defesa de públicos como crianças, adolescentes, mulheres e idosos.

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O parlamentar também foi escolhido para ser o vice-presidente da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto e da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, outras importantes comissões do Legislativo do Estado, destinadas, respectivamente, a dar parecer em todas as proposições e assuntos concernentes à educação e à saúde, bem como contribuir com o desenvolvimento dos respectivos setores.

Rezende também será membro titular na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, da Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades e ainda da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Assembleia Legislativa.

O deputado já ocupou a presidência da Comissão de Direitos Humanos da ALMT no 1º e 2º ano desta 20ª Legislatura.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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