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Dilmar Dal Bosco participa de agenda com governador e reforça investimentos no Noroeste do estado

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Deputado Dilmar Dal Bosco em agenda no municipio de Juruena

Deputado Dilmar Dal Bosco em agenda no municipio de Juruena

Foto: JUNIOR POYER

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União) participou, nesta segunda-feira (23), ao lado do governador Mauro Mendes (União), de uma agenda de trabalho na região noroeste de Mato Grosso, com passagens por Colniza, Aripuanã, Juruena e Castanheira. O roteiro incluiu entregas, anúncios e assinaturas de ações nas áreas de regularização fundiária, moradia, pavimentação urbana e infraestrutura rural, voltadas a demandas que impactam diretamente a população.

Em Colniza, 500 títulos definitivos e novos investimentos autorizados pelo governo. O prefeito Milton Amorim, o Miltinho (União), destacou o volume de ações em andamento e o peso da regularização para famílias que esperaram anos por esse documento. “Temos 18 obras em andamento e a regularização fundiária também é um sonho para as famílias que moram aqui há 30 anos, só agradecer ao governador e ao deputado Dilmar pelo apoio e atenção com Colniza”, afirmou Miltinho.

Dilmar Dal Bosco reforçou que a presença em Colniza faz parte de uma agenda permanente, com acompanhamento de obras e articulação para que as demandas avancem. “Colniza sabe reconhecer quem está presente de verdade, por isso eu faço questão de vir, ouvir, cobrar e voltar. A entrega dos títulos e os novos investimentos mostram respeito por famílias que esperaram tempo demais por segurança e dignidade. Quando Governo e Assembleia trabalham alinhados, o resultado aparece na rua e na vida das pessoas”, declarou.

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Em Aripuanã, foi feita a entrega de 175 casas no bairro Nova Jerusalém, além de outros investimentos para o município. A prefeita Seluir Peixer (União) destacou o impacto social da entrega. “Estamos tirando famílias do aluguel e mudando a vida das pessoas. Quero parabenizar o governador Mauro Mendes e o deputado Dilmar Dal Bosco por sempre olharem para o nosso município”, afirmou a prefeita Seluir.

A agenda também inlcuiu Juruena, onde houve entregas e assinaturas de convênios no Pavilhão da Igreja Católica. Entre as ações, estiveram repasses para compra de materiais destinados ao asfaltamento, drenagem e sinalização do acesso à Escola Municipal, lançamento de obras de pavimentação de ruas e do aeroporto municipal, além da entrega de caminhão pipa para a agricultura familiar. “Foi do jeito que a população gosta de ver, entrega e compromisso firmado. Isso melhora a rotina da cidade, dá mais segurança para os alunos e abre caminho para o desenvolvimento, junto do prefeito Manoel, dos Vereadores e da comunidade que se fez presente”, disse o deputado.

Em Castanheira, no Centro de Eventos da Igreja Católica, foram entregues ações do SER Família e uma escavadeira hidráulica para apoiar a agricultura familiar. O Governo autorizou a reforma e ampliação do Centro Esportivo Municipal, o subsídio do SER Família Habitação para 33 casas do Residencial Guadalupe e o asfaltamento de 8 km da Linha João Paulo. Dilmar citou o papel da gestão municipal na construção das pautas. “O prefeito Juninho acompanha de perto, cobra e não deixa a demanda pendente. Isso faz diferença. Eu vou seguir ao lado do governador, do prefeito e dos vereadores, fiscalizando prazos e cobrando entrega”, concluiu Dilmar.

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Governador Mauro Mendes ressaltou a mudança vivida pelos municípios da região noroeste nos últimos anos e lembrou as dificuldades do passado. “Voltar a região noroeste e ver resultados acontecendo é motivo de satisfação. Nós passamos por Colniza, Aripuanã, Juruena e Castanheira nesta segunda-feira, com entrega de títulos, moradias, lançamento de asfalto, investimentos em estrutura urbana e apoio direto à agricultura familiar, porque é isso que muda a vida das pessoas na prática. O Estado só faz sentido quando chega onde a população está, e a nossa meta é seguir trabalhando com planejamento, parceria com as prefeituras e apoio da Assembleia Legislativa, para cada compromisso assinado virar obra concluída e serviço funcionando”, finalizou Mauro Mendes.

Ao final dos compromissos, o deputado avaliou que a agenda reforçou o comprometimento com a Região Noroeste, com presença constante nos municípios, diálogo com prefeitos e vereadores para transformar reivindicações antigas em obras e serviços entregues.

Fonte: ALMT – MT

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Após atuação da ALMT, STF reconhece cumprimento por MT à apresentação de propostas sobre divisa entre Mato Grosso e Pará

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A atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na discussão sobre a divisa entre Mato Grosso e Pará alcançou uma nova etapa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em decisão proferida pelo ministro Flávio Dino, no último dia 11, na Ação Rescisória nº 2.964, o relator reconheceu como cumprida por Mato Grosso a etapa destinada à apresentação de propostas adicionais de acordo e determinou que o estado do Pará se manifeste sobre elas no prazo de 30 dias.

A decisão representa um avanço na estratégia institucional desenvolvida nos últimos meses pela ALMT. As propostas construídas pela Procuradoria-Geral da Assembleia foram incorporadas à estratégia de Mato Grosso para que a discussão não fique restrita à definição territorial e à regularização fundiária, mas alcance também os impactos concretos da mudança de divisa sobre a população.

Na Procuradoria-Geral da ALMT, a construção das teses e das manifestações apresentadas ao Supremo vem sendo conduzida pelos procuradores Ricardo Riva e Bruno Willames Cardoso Leite. Eles são responsáveis pela formulação da linha jurídica que colocou no centro da discussão a continuidade dos serviços públicos e a necessidade de uma transição organizada entre os dois Estados.

Desde o último mês junho, de acordo com Bruno Willames, a Procuradoria da Assembleia passou a defender perante o STF que a solução para o conflito territorial centenário não poderia se resumir à definição de quem é proprietário ou de qual estado determinada área pertence.

“Era necessário enfrentar também questões como saúde, educação, transporte escolar, estradas, segurança pública, sanidade animal, tributação, regularização ambiental, atividade produtiva, ressarcimento de despesas e continuidade dos serviços atualmente prestados por Mato Grosso e seus municípios”, afirmou o procurador.

De acordo com o procurador, a atuação tem respaldado a participação institucional da Assembleia Legislativa na discussão e aproximação com os municípios diretamente atingidos pelo conflito. “A estratégia da ALMT tem buscado levar ao processo não apenas argumentos jurídicos, mas informações produzidas pelas prefeituras, representantes das comunidades e setores econômicos que convivem diariamente com os efeitos da indefinição histórica da divisa”, afirmou.

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Na nova decisão, o relator Flávio Dino registrou detalhadamente a proposta apresentada por Mato Grosso, incluindo a criação de uma Mesa Técnica de Trabalho Mato Grosso e Pará, com participação dos municípios, e a construção de uma solução piloto para a região da Serra dos Apiacás, envolvendo inicialmente Apiacás, Paranaíta e Alta Floresta, em Mato Grosso, e Jacareacanga e Novo Progresso, no Pará.

O ministro considerou que a manifestação apresentada por Mato Grosso em 31 de agosto, materializando o cumprimento da obrigação do acordo celebrado anteriormente entre os dois estados. Com isso, Flávio Dino determinou que o Pará seja intimado para se manifestar, em 30 dias, sobre as propostas.

Após a manifestação paraense, segundo o procurador, Mato Grosso terá prazo de 10 dias úteis. Em seguida, o processo retornará ao gabinete do relator para novas providências, havendo ainda previsão de que as partes possam requerer nova audiência de conciliação para tratar dos pontos que permanecerem controvertidos.

A decisão também reconheceu o avanço dos trabalhos na área fundiária. O ministro registrou a apresentação por Mato Grosso de cadeias dominiais, parecer técnico sobre a metodologia cartográfica histórica, mapas, cartografias, arquivos em formato shapefile e títulos definitivos emitidos pelo Intermat, considerando cumpridas pelo Estado as etapas correspondentes do acordo.

“Agora, caberá também ao Pará, no prazo determinado pelo STF, apresentar o compilado de dados dos imóveis necessário para que sejam requisitadas aos cartórios as respectivas cadeias dominiais”, afirmou o procurador.

Para o procurador Ricardo Riva, um dos responsáveis pela estratégia jurídica da ALMT no caso, a participação da Assembleia busca assegurar que a transição territorial seja acompanhada por soluções administrativas capazes de funcionar na prática.

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“A regularização fundiária é indispensável, mas existe uma população inteira vivendo nessa região. Saúde, educação, estradas, segurança, produção e os demais serviços públicos precisam continuar funcionando durante e depois dessa transição. Foi essa preocupação que levou a Assembleia a ampliar a discussão perante o Supremo”, destacou Riva.

O procurador Bruno Willames Cardoso Leite ressalta que a nova fase permite transformar problemas identificados ao longo dos trabalhos em propostas concretas de cooperação entre os entes públicos.

“Desde o início defendemos que não seria suficiente resolver a terra e deixar as pessoas para depois. A definição territorial precisa vir acompanhada de uma transição segura, com responsabilidades claras e participação dos municípios que conhecem e atendem essa população diariamente. Agora o Pará terá oportunidade de se manifestar sobre essas propostas e apresentar também suas soluções”, afirmou o procurador.

A Assembleia Legislativa, de acordo com o procurador Bruno Willames, continuará reunindo informações dos municípios enquanto transcorre o prazo concedido pelo STF, a Procuradoria-Geral da ALMT continuará trabalhando na reunião de informações sobre a realidade da região, especialmente dados relativos aos serviços efetivamente prestados por Mato Grosso e pelos municípios às comunidades localizadas do lado paraense da divisa.

Documentos já obtidos demonstram, por exemplo, atendimentos realizados pela rede pública de saúde de Mato Grosso a moradores do Pará. Esse tipo de informação deverá auxiliar na construção de soluções para continuidade dos serviços e eventual divisão de responsabilidades entre os entes públicos.

A Assembleia também pretende continuar ouvindo prefeitos, gestores, produtores e moradores das áreas atingidas, fortalecendo a participação dos municípios na próxima etapa da conciliação.

Fonte: ALMT – MT

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