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Juca do Guaraná leva projeto Piscicultura no Campo para comunidade rural em Rosário Oeste

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) entregou neste sábado (15) o projeto Piscicultura no Campo à Comunidade Cedral, em Rosário Oeste, iniciativa viabilizada por meio de emenda parlamentar de R$ 700 mil e articulada junto à Secretaria de Agricultura do Estado. A ação fortalece a produção rural, amplia oportunidades de renda e marca mais um passo no apoio às famílias do campo, investimento que também contemplou a entrega da estufa no Assentamento Gamaliel, em Cuiabá, no último dia 1º.

Juca do Guaraná ressaltou a importância de apoiar iniciativas que impulsionem o crescimento das comunidades rurais. “Nosso trabalho é garantir que projetos como este cheguem onde realmente fazem diferença. A piscicultura oferece novas possibilidades de renda e fortalece quem vive da agricultura familiar”, afirmou o parlamentar.

O deputado também reforçou que continuará atuando para ampliar o alcance de programas voltados ao setor rural. “Nós acreditamos no potencial da zona rural e vamos seguir trabalhando para trazer mais ações que promovam desenvolvimento, autoestima e oportunidade para as famílias do campo”, completou Juca.

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Durante o evento, o prefeito Mariano Balabam (PSB) destacou o impacto positivo do projeto. “Esse projeto representa muito para o nosso município. É uma oportunidade de ampliar a renda das famílias, incentivar novas formas de produção e valorizar o trabalho do homem e da mulher do campo, que são a base da nossa economia e da nossa história. Nosso compromisso é continuar apoiando e trazendo ações que melhorem a vida de quem vive e produz na zona rural”, frisou o prefeito.

Assembleia Social – A programação também contou com o apoio da Assembleia Social, que levou à comunidade atendimentos médicos, serviços de manicure, maquiagem e trançar cabelos, ampliando o alcance social do evento. As ações paralelas atenderam dezenas de moradores, garantindo um momento de cuidado, acolhimento e valorização da autoestima das famílias da região.

“Além de incentivar a produção e a renda, nós fazemos questão de olhar para as pessoas. Levar atendimento, cuidado e serviços básicos reforça nosso compromisso com a qualidade de vida das famílias. A Assembleia Social tem sido uma grande parceira nesse propósito”, afirmou Juca do Guaraná.

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Psicultura no campo – O projeto Piscicultura no Campo leva conhecimento, incentivo e suporte técnico às comunidades, promovendo alternativas de renda e ampliando o potencial produtivo das famílias que vivem da agricultura e da criação de peixes. A iniciativa marca mais um passo para uma zona rural mais forte, estruturada e preparada para novos ciclos de desenvolvimento.

Fonte: ALMT – MT

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Após atuação da ALMT, STF reconhece cumprimento por MT à apresentação de propostas sobre divisa entre Mato Grosso e Pará

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A atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na discussão sobre a divisa entre Mato Grosso e Pará alcançou uma nova etapa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em decisão proferida pelo ministro Flávio Dino, no último dia 11, na Ação Rescisória nº 2.964, o relator reconheceu como cumprida por Mato Grosso a etapa destinada à apresentação de propostas adicionais de acordo e determinou que o estado do Pará se manifeste sobre elas no prazo de 30 dias.

A decisão representa um avanço na estratégia institucional desenvolvida nos últimos meses pela ALMT. As propostas construídas pela Procuradoria-Geral da Assembleia foram incorporadas à estratégia de Mato Grosso para que a discussão não fique restrita à definição territorial e à regularização fundiária, mas alcance também os impactos concretos da mudança de divisa sobre a população.

Na Procuradoria-Geral da ALMT, a construção das teses e das manifestações apresentadas ao Supremo vem sendo conduzida pelos procuradores Ricardo Riva e Bruno Willames Cardoso Leite. Eles são responsáveis pela formulação da linha jurídica que colocou no centro da discussão a continuidade dos serviços públicos e a necessidade de uma transição organizada entre os dois Estados.

Desde o último mês junho, de acordo com Bruno Willames, a Procuradoria da Assembleia passou a defender perante o STF que a solução para o conflito territorial centenário não poderia se resumir à definição de quem é proprietário ou de qual estado determinada área pertence.

“Era necessário enfrentar também questões como saúde, educação, transporte escolar, estradas, segurança pública, sanidade animal, tributação, regularização ambiental, atividade produtiva, ressarcimento de despesas e continuidade dos serviços atualmente prestados por Mato Grosso e seus municípios”, afirmou o procurador.

De acordo com o procurador, a atuação tem respaldado a participação institucional da Assembleia Legislativa na discussão e aproximação com os municípios diretamente atingidos pelo conflito. “A estratégia da ALMT tem buscado levar ao processo não apenas argumentos jurídicos, mas informações produzidas pelas prefeituras, representantes das comunidades e setores econômicos que convivem diariamente com os efeitos da indefinição histórica da divisa”, afirmou.

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Na nova decisão, o relator Flávio Dino registrou detalhadamente a proposta apresentada por Mato Grosso, incluindo a criação de uma Mesa Técnica de Trabalho Mato Grosso e Pará, com participação dos municípios, e a construção de uma solução piloto para a região da Serra dos Apiacás, envolvendo inicialmente Apiacás, Paranaíta e Alta Floresta, em Mato Grosso, e Jacareacanga e Novo Progresso, no Pará.

O ministro considerou que a manifestação apresentada por Mato Grosso em 31 de agosto, materializando o cumprimento da obrigação do acordo celebrado anteriormente entre os dois estados. Com isso, Flávio Dino determinou que o Pará seja intimado para se manifestar, em 30 dias, sobre as propostas.

Após a manifestação paraense, segundo o procurador, Mato Grosso terá prazo de 10 dias úteis. Em seguida, o processo retornará ao gabinete do relator para novas providências, havendo ainda previsão de que as partes possam requerer nova audiência de conciliação para tratar dos pontos que permanecerem controvertidos.

A decisão também reconheceu o avanço dos trabalhos na área fundiária. O ministro registrou a apresentação por Mato Grosso de cadeias dominiais, parecer técnico sobre a metodologia cartográfica histórica, mapas, cartografias, arquivos em formato shapefile e títulos definitivos emitidos pelo Intermat, considerando cumpridas pelo Estado as etapas correspondentes do acordo.

“Agora, caberá também ao Pará, no prazo determinado pelo STF, apresentar o compilado de dados dos imóveis necessário para que sejam requisitadas aos cartórios as respectivas cadeias dominiais”, afirmou o procurador.

Para o procurador Ricardo Riva, um dos responsáveis pela estratégia jurídica da ALMT no caso, a participação da Assembleia busca assegurar que a transição territorial seja acompanhada por soluções administrativas capazes de funcionar na prática.

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“A regularização fundiária é indispensável, mas existe uma população inteira vivendo nessa região. Saúde, educação, estradas, segurança, produção e os demais serviços públicos precisam continuar funcionando durante e depois dessa transição. Foi essa preocupação que levou a Assembleia a ampliar a discussão perante o Supremo”, destacou Riva.

O procurador Bruno Willames Cardoso Leite ressalta que a nova fase permite transformar problemas identificados ao longo dos trabalhos em propostas concretas de cooperação entre os entes públicos.

“Desde o início defendemos que não seria suficiente resolver a terra e deixar as pessoas para depois. A definição territorial precisa vir acompanhada de uma transição segura, com responsabilidades claras e participação dos municípios que conhecem e atendem essa população diariamente. Agora o Pará terá oportunidade de se manifestar sobre essas propostas e apresentar também suas soluções”, afirmou o procurador.

A Assembleia Legislativa, de acordo com o procurador Bruno Willames, continuará reunindo informações dos municípios enquanto transcorre o prazo concedido pelo STF, a Procuradoria-Geral da ALMT continuará trabalhando na reunião de informações sobre a realidade da região, especialmente dados relativos aos serviços efetivamente prestados por Mato Grosso e pelos municípios às comunidades localizadas do lado paraense da divisa.

Documentos já obtidos demonstram, por exemplo, atendimentos realizados pela rede pública de saúde de Mato Grosso a moradores do Pará. Esse tipo de informação deverá auxiliar na construção de soluções para continuidade dos serviços e eventual divisão de responsabilidades entre os entes públicos.

A Assembleia também pretende continuar ouvindo prefeitos, gestores, produtores e moradores das áreas atingidas, fortalecendo a participação dos municípios na próxima etapa da conciliação.

Fonte: ALMT – MT

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