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Lei valoriza o turista e transforma o Vale do São Lourenço em rota oficial de MT

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No Dia do Turista, celebrado nesta sexta-feira (13), Mato Grosso tem motivos para comemorar. Com a sanção da Lei nº 1913/2025, fruto de um projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Fabio Tardin, com coautoria do deputado Max Russi, ambos do PSB, o Vale do São Lourenço foi oficialmente reconhecido como Circuito Estadual Turístico, beneficiando diretamente os milhares de visitantes que passam pela região todos os anos.

Composta pelos municípios de Jaciara, Juscimeira, Campo Verde, Dom Aquino e São Pedro da Cipa, a região é conhecida por suas belezas naturais, águas termais, cachoeiras e forte vocação para o turismo de lazer e de negócios. A nova legislação não apenas fortalece a divulgação dos atrativos locais, como também foca em aspectos fundamentais para a comodidade e segurança dos turistas, como infraestrutura, acessibilidade, formação de mão de obra e campanhas de conscientização.

“O Vale do São Lourenço é um lugar abençoado por Deus, com enorme potencial turístico. A lei visa estimular o comércio, apoiar pequenos produtores e melhorar a qualidade de vida da população. Mas, acima de tudo, queremos proporcionar uma experiência positiva para quem nos visita”, destacou Fabinho.

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A lei determina ações concretas que vão desde a criação de roteiros turísticos integrados e a capacitação de profissionais, até o incentivo à produção e venda de artesanato, alimentos típicos e obras artísticas da região. Também está prevista a elaboração de materiais de divulgação e campanhas voltadas à preservação ambiental e à inclusão de idosos e pessoas com deficiência nos roteiros turísticos.

Para o parlamentar, a criação do circuito é um passo importante não só para o desenvolvimento do Vale, mas para a consolidação de Mato Grosso como destino turístico acolhedor e estruturado. “Essa é uma conquista que coloca o turista no centro da política pública, garantindo que ele encontre uma região preparada, segura e com serviços de qualidade”, completou.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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