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O futuro de Chapada depende da gente

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Sou do interior de Mato Grosso. Nasci em Juscimeira, onde aprendi cedo que lazer não é luxo, é necessidade. Nunca tive a chance de conhecer o mar quando era criança. Mas tive a sorte de crescer perto de cachoeiras, rios e trilhas que faziam parte da nossa vida. Era o turismo que cabia no bolso da nossa família e é por isso que defendo com tanta convicção o turismo popular, acessível, democrático. Todo mundo merece esse direito.

Chapada dos Guimarães é um exemplo claro disso. Uma das maiores belezas do Brasil, pertinho da capital, cheia de paisagens de tirar o fôlego e com um povo acolhedor que luta, todos os dias, pra manter vivo o brilho dessa terra.

Hoje, no aniversário da cidade, a gente celebra essa história e também reforça a importância de cuidar do que é nosso.

Chapada tem tudo pra crescer com o turismo. Assim como cidades como Bonito (MS), Gramado (RS) ou Campos do Jordão (SP), ela pode gerar emprego, renda e oportunidade pra quem vive lá. Mas pra isso acontecer, é preciso destravar os problemas, investir em infraestrutura e garantir que o turismo seja sustentável, sem destruir o meio ambiente.

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Turismo é uma indústria sem chaminé. Não polui, não desgasta, gera oportunidades e valoriza o que temos de melhor. E Chapada tem tudo pra ser um modelo disso.

A cidade merece mais que parabéns. Merece políticas públicas à altura de sua grandeza. E seu povo, esse sim, a verdadeira alma da cidade, merece reconhecimento, investimento e respeito.

Eu continuo firme nessa luta. Que os próximos anos sejam marcados por planejamento, união e ações concretas que respeitem a vontade de quem vive e acredita no turismo como caminho.

Fábio Tardin é deputado estadual por Mato Grosso

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Dr. Eugênio confirma presença do Ministério da Saúde em reunião sobre gestão do Samu

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O deputado Dr. Eugênio (Republicanos) confirmou a presença de representante do Ministério da Saúde em reunião sobre a gestão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que será realizado nesta terça-feira (28), às 8h, na sala das Comissões Deputada Sarita Baracat.

O representante convocado é o Dr. Fernando Figueiras, diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgências do Ministério da Saúde. Ele participará do encontro semanal da Comissão de Saúde Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que contará ainda dos servidores do atendimento de emergência, que alegam um processo de desmonte do Samu no estado e cobram a preservação da qualidade do serviço.

“Estamos ouvindo todos os lados do problema e garantindo que o Samu, o Governo de Mato Grosso e a sociedade como um todo tenham espaço para fala. Atendimento de urgência é muito sério e exige máxima responsabilidade. Estamos falando de vidas que podem ser salvas. E sabemos que segundos no tempo de resposta já determinam o desfecho de uma ocorrência”, afirmou Dr. Eugênio, que é presidente da Comissão de Saúde da ALMT.

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Na semana passada, o secretário de Estado de Saúde, Juliano Silva Melo, foi ouvido pelo colegiado e negou a ocorrência de um desmonte do Samu em Mato Grosso. Na oportunidade, ele apresentou os resultados da implementação de um novo Sistema de Atendimento Pré-hospitalar, que integra o Samu e o Corpo de Bombeiros.

Segundo os dados apresentados pela secretaria, o novo sistema ampliou a cobertura do serviço e diminuiu o tempo de resposta do atendimento de urgências. O secretário Juliano afirmou que o processo beneficia todo o estado, com a expansão dos serviços e aumento do número de equipes de atendimento.

“Nós queremos ampliar a cobertura e integrar o atendimento, conectando o Samu e o Corpo de Bombeiro em um sistema único de regulação médica da SES. Também estamos reduzindo o tempo de resposta, qualificando a assistência, otimizando recursos e salvando vidas”, afirmou o secretário.

Na contramão do que alega o governo, servidores do Samu criticam as mudanças na gestão, apontando o desligamento de 56 funcionários e a desativação de 5 unidades na região da Baixada Cuiabana, que reduziram a qualidade do serviço. Para eles, a cooperação com os Bombeiros é importante, mas o Samu não deve ser enfraquecido, uma vez que possui qualificação técnica e estrutura específica para lidar com a complexidade de cada caso de urgência.

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“Em razão dos desligamentos, não conseguimos manter o funcionamento ininterrupto de todas as ambulâncias, sejam de suporte básico, avançado ou motolâncias”, afirmou a enfermeira Patrícia Ferreira.

Fonte: ALMT – MT

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