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Comarca de Paranatinga abre processo seletivo para credenciamento de assistentes sociais e psicólogo

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A Comarca de Paranatinga divulgou o Edital nº 08/2025/CA, que trata da abertura de processo seletivo para credenciamento de profissionais das áreas de Serviço Social e Psicologia. O objetivo é formar cadastro de reserva para atuação junto ao Poder Judiciário local.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente de 29 de outubro a 19 de novembro de 2025, por meio do endereço eletrônico https://processoseletivo.tjmt.jus.br.

O procedimento é gratuito e cada candidato poderá efetuar apenas uma inscrição. É imprescindível preencher corretamente a ficha disponibilizada no edital e anexar a documentação exigida em formato PDF, sob pena de desclassificação.

O processo seletivo será composto pelas seguintes etapas: análise da documentação apresentada e divulgação dos habilitados em ordem de classificação, conforme pontuação obtida pela experiência profissional e formação acadêmica. Os resultados e demais comunicados serão publicados no Diário da Justiça Eletrônico (DJE-MT), sendo de responsabilidade dos candidatos o acompanhamento das publicações.

Entre os requisitos para o credenciamento, estão os seguintes: ter mais de 21 anos, ser bacharel em Serviço Social e/ou Psicologia com registro ativo no respectivo Conselho Regional, não possuir antecedentes criminais e não exercer cargo público inacumulável.

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O resultado final do certame será publicado no Diário da Justiça Eletrônico, e os candidatos terão prazo de dois dias para interpor recurso após a divulgação. O credenciamento dos habilitados será homologado pelo Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e terá validade de dois anos, prorrogável uma única vez por igual período.

O edital completo com todas as regras, documentos exigidos e critérios de pontuação pode ser consultado no Diário da Justiça Eletrônico – MT n. 10.878.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Webnar sobre saúde indígena busca soluções para gargalos no atendimento

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Cartaz com fundo escuro e detalhes em vermelho traz o rosto de uma pessoa indígena e o texto destacado: “Saúde Indígena e Território: o corpo-terra sob ataque” é o tema da palestra desta quinta-feira (11/06) do webinar “SUS Negado, Povo Apagado: A Biopolítica da Morte de Indígenas”, realizado pelo Ministério Público de Mato Grosso e transmitido pelo canal do MPE/MT no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCOipaKaB_vmVsz2PwhMWy7g).

A palestrante é a doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio doutoral na Universidad Complutense de Madrid, Haya Del Bel, que participa do debate ao lado da liderança indígena e professora Lucila da Costa Moreira Nawa e do missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Roberto Antônio Liebgott. A mediação será conduzida pelo promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho. 

O objetivo do webnar, que teve início na terça-feira, dia 09, e termina hoje, é identificar as fragilidades estruturais que marcam o atendimento à saúde indígena do Estado e definir ações práticas para que os povos indígenas não sofram mais por falta de assistência. Além de procuradores, promotores de justiça, representantes de órgãos de gestão pública, pesquisadores e professores, o encontro reúne diversas lideranças indígenas, que destacaram os gargalos de atenção à saúde indígena nas diferentes regiões de Mato Grosso.

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O webinar é promovido pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT.

Na abertura do evento, o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular da Procuradoria Especializada, destacou o caráter do evento como instrumento de escuta ativa e crítica. “Este espaço funciona como uma escuta para que possamos compreender, com profundidade, os gargalos da saúde indígena, que muitas vezes se mantêm por interesses econômicos que não podem se sobrepor à vida”, afirmou. Ontem, segundo dia, o webinar aprofundou a escuta das demandas dos povos originários sobre deficiência no atendimento e no fornecimento de medicamentos.

Autor: Nadja Vasquez

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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