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Comarca de Tangará da Serra suspende expediente presencial nesta quarta-feira

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O expediente presencial do Fórum da Comarca de Tangará da Serra será suspenso nesta quarta-feira (10 de setembro) em razão da substituição de todos os switches da rede cabeada e dos equipamentos centrais de internet do prédio. A medida consta na Portaria nº 093/2025, assinada pelo juiz diretor do Foro, Diego Hartmann.

Apesar da interrupção local dos serviços de rede e internet, os prazos processuais não serão afetados, já que todo o acervo da Comarca tramita de forma eletrônica, por meio das plataformas Processo Judicial Eletrônico (PJe), Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) e CIA, que permanecerão acessíveis ao público externo.

Durante a suspensão do atendimento físico, servidores e estagiários deverão atuar em regime de teletrabalho, no horário normal de expediente. A portaria ressalta que caberá a cada unidade judiciária avaliar a realização de audiências marcadas para o dia 10, já que não será possível utilizar a sala passiva e a sala de depoimento especial devido à falta de conexão no prédio.

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Autor: Flávia Borges

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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